AGRONEGÓCIO

Sipcam Nichino apresenta novo fungicida, plataforma para tratamento de sementes e bioestimulantes na Coopercitrus Expo 2025

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Inovações da Sipcam Nichino marcam presença na Coopercitrus Expo

A Sipcam Nichino, empresa ítalo-japonesa reconhecida por seu portfólio voltado a diversas culturas agrícolas, participa da Coopercitrus Expo 2025, que ocorre entre os dias 21 e 25 de julho, em Bebedouro (SP). Durante o evento, a companhia apresentará novos produtos e tecnologias com foco em proteção de cultivos, bioestimulação e controle de pragas e doenças.

Lançamento do fungicida Soleado®

Entre as novidades está o fungicida Soleado®, que será oficialmente apresentado ao mercado durante a feira. O produto possui recomendações para as culturas de café, batata e tomate, com eficácia comprovada contra doenças de grande impacto econômico como:

  • Mofo-branco
  • Phoma do café
  • Mancha de ascochita
  • Pinta-preta
  • Cercosporioses
  • Mofo-cinzento
  • Mofo-alface

De acordo com o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da equipe de desenvolvimento de mercado, os testes de campo demonstraram alto desempenho do produto, especialmente no controle da phoma do café, doença que pode comprometer até 60% da produção da lavoura.

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Controle do greening nos citros com Fiera® e Fujimite®

Outro destaque da Sipcam Nichino na feira é a estratégia integrada para o controle do psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), transmissor do greening, doença que afeta pomares de laranja em todo o Brasil.

A companhia levará os resultados de campo obtidos com os produtos:

  • Inseticida Fiera®
  • Acaricida Fujimite®

Segundo Palazim, a aplicação coordenada desses defensivos proporciona um controle de 80% a 100% do psilídeo, reforçando a importância do manejo integrado para proteção dos citros.

Seed Pro: nova plataforma para tratamento de sementes

A Coopercitrus Expo também será palco do lançamento da plataforma Seed Pro, que marca a entrada da Sipcam Nichino no segmento de tratamento de sementes. A nova solução reúne diversos produtos:

  • Fungicidas Tiofanil® FS e Torino®
  • Bioestimulante Abyss®
  • Polímero Blue 2005
  • Pó secante Dry Shine

O conjunto foi desenvolvido para oferecer proteção eficiente a sementes de soja, feijão, trigo e amendoim, aliado a serviços técnicos para o produtor rural. A proposta é entregar desempenho agronômico e praticidade no manejo pré-plantio.

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Bioestimulação da soja é outro foco da empresa

A Sipcam Nichino também destaca sua atuação pioneira no desenvolvimento de bioestimulantes, com foco especial na soja. A linha apresentada inclui os produtos:

  • Abyss®
  • Blackjak®
  • Nutex® Premium
  • Stilo® Verde

Esses produtos atuam na melhoria do desenvolvimento radicular e vegetativo, além de auxiliar na disponibilização de fósforo no solo, melhorar a capacidade de troca de cátions (CTC) e reduzir os impactos do déficit hídrico sobre a oleaginosa.

Com uma programação técnica intensa, a participação da Sipcam Nichino na Coopercitrus Expo reforça o compromisso da empresa em oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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