AGRONEGÓCIO

Sine Municipal inicia 2025 com 109 oportunidades de emprego em Cuiabá

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O Sine Municipal, coordenado pela Prefeitura de Cuiabá, começa o ano de 2025 oferecendo 109 vagas de emprego para quem busca ingressar ou retornar ao mercado de trabalho. As oportunidades contemplam todos os níveis de escolaridade e diversas áreas de atuação profissional.

Nesta quinta-feira (2), o sistema de captação de vagas destaca quatro oportunidades para o cargo de serralheiro. A remuneração é de R$ 3 mil, com benefícios de vale-transporte e vale-refeição. Para concorrer, os candidatos devem ter experiência comprovada na área de serralheria e ensino fundamental completo.

Com o início do ano, a procura por vagas temporárias tende a aumentar. Atualmente, estão disponíveis posições para pedreiro e armador de estrutura de concreto, com salário de R$ 2.222, além de benefícios como vale-transporte e vale-refeição. Os interessados precisam comprovar experiência e possuir ensino médio completo.

Além do serviço de intermediação de empregos, o Sine também oferece atendimento presencial para solicitações de seguro-desemprego. As unidades estão localizadas no Centro de Cuiabá e no bairro Coxipó.

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Os interessados devem comparecer às unidades de atendimento levando os seguintes documentos: RG e CPF (originais), Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), comprovante de endereço e currículo atualizado. Para solicitar o seguro-desemprego, é necessário apresentar a documentação entregue pela empresa no ato da rescisão de contrato. O benefício é registrado diretamente no sistema do Governo Federal.

Além do atendimento presencial, os cidadãos podem acessar as oportunidades de emprego pelos canais digitais: o aplicativo Sine Fácil e o portal Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br). Esses canais são atualizados diariamente para garantir agilidade e praticidade ao trabalhador.

Informações importantes ao trabalhador:
– Canais digitais para consulta de vagas de emprego: empregabrasil.mte.gov.br ou pelo aplicativo “Sine Fácil”.
– Pedido de seguro-desemprego: pode ser solicitado pelo aplicativo da “Carteira de Trabalho Digital” ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br.

Atendimento presencial para consulta de vagas e pedidos de seguro-desemprego:
– Sine Coxipó (das 7h às 17h): Telefone e WhatsApp: (65) 3675-3113 / 99337-2799.
– Sine Centro (das 9h às 16h): Telefone: (65) 3321-0572.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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