AGRONEGÓCIO

Sindiveg Participa do Simpósio Paranaense de Tecnologia de Aplicação para Discutir Nova Lei de Defensivos Agrícolas

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O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) confirmará sua presença no Simpósio Paranaense de Tecnologia de Aplicação, agendado para os dias 05 e 06 de setembro em Pinhais, Paraná. O evento visa promover a discussão sobre a nova lei de defensivos agrícolas e fortalecer o diálogo entre os profissionais do setor.

“O Sindiveg, que representa a indústria de defensivos agrícolas no Brasil há mais de 80 anos, considera essencial a interação com os diversos elos da cadeia produtiva. Este evento, organizado pela Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, desempenha um papel crucial na disseminação de conhecimento entre os profissionais da região”, destaca Fábio Kagi, gerente de Assuntos Regulatórios do Sindiveg.

No segundo dia do simpósio, às 14 horas, Fábio Kagi apresentará a palestra “Nova Lei de Defensivos 14.785/23”. A apresentação abordará o novo marco legal, especialmente no que se refere à prescrição de produtos por meio de receita agronômica. “Após mais de 30 anos com o marco legal anterior, a nova lei publicada em 2023 visa modernizar os procedimentos de registro e liberação de defensivos, trazendo maior segurança jurídica ao setor. É fundamental que os profissionais entendam como esses processos serão aplicados na prática”, explica Kagi.

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Agenda do Simpósio

O simpósio será dividido em dois dias e contará com diversas apresentações de engenheiros agrônomos. Entre os temas abordados estarão: “O receituário agronômico como ferramenta da correta aplicação de defensivos”, por Manfred Schmid; “A importância do engenheiro agrônomo na escolha da tecnologia”, por Luis Fernando Gastaldi; “Estratégia para redução de deriva em aplicações”, por Karine Alves; “Descomplicando misturas de tanque”, por Dionizio Gazziero; e “Regulagem dos equipamentos em função das recomendações agronômicas”, por Rone Batista de Oliveira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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