AGRONEGÓCIO

SIILHalal faz balanço do ano e aponta as projeções da Certificação Halal para 2024

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A SIILHalal encerrou o ano com um notável crescimento de 20%, atingindo marcos significativos no campo da Certificação Halal. A empresa celebra o sucesso alcançado, impulsionado pela qualidade dos serviços prestados, fundamentados em pilares como transparência, ética, respeito e credibilidade conquistada ao longo dos 15 anos de experiência no mercado Halal. O CEO da SIILHalal, Chaiboun Darwiche, destaca: “A SIILHalal cresce ano a ano, respaldada pelas projeções do mercado halal global, que desponta em consumo devido à conversão de novos fiéis e à percepção dos não-muçulmanos que passam a reconhecer a garantia de qualidade dos produtos certificados.”

Durante o ano, o executivo ressalta a presença da empresa nos mais importantes encontros ligados ao mercado halal mundial, incluindo o World Halal Summit 2023 em Istambul (Turquia), Anuga 2023 e Global Halal Conference em Colônia (Alemanha), Gufood 2023 e Beauty World Middle East (Dubai, Emirados Árabes Unidos), Global Halal Summit/19º MIHAS (Kuala Lumpur/Malásia). Além disso, a SIILHalal manteve conexões com organismos religiosos acreditadores, como o Jabatan Kemajuan Islam Malaysia (JAKIM, Kuala Lumpur/Malásia) e a Agência de Acreditação Halal – HAK (Turquia), que foram destaques em 2023.

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No território nacional, a empresa permaneceu em movimento junto aos clientes por meio de visitas técnicas e conquistou novas empresas que passaram a integrar o atendimento das equipes da SIILHalal em 2023. Chaiboun Darwiche destaca: “Foi um ano muito produtivo para a SIILHalal, proporcionando a oportunidade de abrir novas vagas de trabalho e ampliar nosso compromisso como parte integrante deste movimento Halal, um setor econômico crucial. Ademais, mantendo nossa compreensão e responsabilidade socioeconômica, permanecemos comprometidos com o mercado interno, apoiando sempre a comunidade muçulmana brasileira para que tenham acesso a mais produtos certificados e informações Halal.”

Para 2024, o CEO da SIILHalal espera seguir as projeções que indicam o crescimento da economia Halal mundial: “Seguiremos trabalhando e acompanhando esse movimento econômico do setor Halal.”

Fonte: Giracom – Comunicação e Marketing

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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