AGRONEGÓCIO

436 vagas de emprego estão disponíveis no Sine Municipal nesta segunda-feira (25)

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O Sine Municipal, sob a gestão da Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, oferece nesta segunda-feira (25) 436 oportunidades para aqueles que desejam ingressar no mercado de trabalho. As vagas abrangem diversas áreas de atuação profissional e níveis de escolaridade.

Para o cargo de ajudante de açougueiro, são oferecidas 9 oportunidades com remuneração de R$ 1.500, além de horas extras, vale-transporte, ajuda de custo, adicional por meta batida e convênio com o SESC. Os candidatos não precisam ter experiência prévia na área de atendimento ao público.

Além disso, são oferecidas 75 oportunidades para atuar como repositor de mercadorias, com remuneração de R$ 1.442, além de benefícios como vale-transporte, vale-refeição, assistência médica e odontológica, seguro de vida, extensão de licença-maternidade, cooperativa de crédito e plano de carreira. Os interessados devem possuir ensino fundamental completo.

Vale lembrar que as vagas são rotativas, ou seja, são disponibilizadas para o dia, podendo não estar mais disponíveis no dia seguinte. Portanto, é importante que os cidadãos se mantenham atualizados pelos portais de atendimento do Sine através do aplicativo “Sine Fácil” ou pela página virtual do Emprega Brasil (empregabrasil.mte.gov.br).

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O Sine Municipal conta com duas unidades de atendimento em Cuiabá: uma no Centro da cidade e outra no bairro Coxipó. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h na unidade do Coxipó, e das 9h às 16h no Sine do Cuiabanco.

Informações importantes ao trabalhador:

– Canais digitais para consulta de vagas de emprego: empregabrasil.mte.gov.br ou pelo aplicativo “SINE FÁCIL”

– Pedido de seguro-desemprego: Pode ser solicitado pelo aplicativo “Carteira de Trabalho Digital” ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br

Atendimento presencial para consulta de vagas e pedidos de seguro-desemprego:

Sine Centro: das 8h às 17h | Telefone: (65) 99217-3377

Sine Captação: das 8h às 18h | Telefones: (65) 3645-7216 / (65) 99255-2450

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Bicudo-do-algodoeiro continua sendo principal ameaça à produtividade do algodão no Brasil

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Inseto ataca estruturas reprodutivas da planta e segue como um dos maiores desafios fitossanitários da cotonicultura brasileira, exigindo estratégias combinadas de controle e prevenção.

Pressão do bicudo mantém alerta máximo no algodão brasileiro

O bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) permanece como a principal praga da cultura do algodão no Brasil, representando um dos maiores riscos à produtividade e à qualidade da fibra. O inseto ataca diretamente estruturas reprodutivas da planta, como botões florais e maçãs, comprometendo o desenvolvimento da lavoura e podendo provocar perdas que chegam a cerca de 70% do potencial produtivo.

Segundo especialistas do setor, o impacto do bicudo está diretamente ligado à sua ação sobre partes essenciais da planta, o que afeta a formação e o enchimento das estruturas produtivas. Quando o manejo não é eficiente, a queda de botões e frutos se intensifica, reduzindo significativamente o rendimento final da cultura.

Características da praga dificultam controle no campo

De pequeno porte — entre 3 e 6 milímetros — e coloração marrom, o bicudo-do-algodoeiro apresenta alta capacidade de reprodução e grande agressividade no ataque às plantas, o que torna seu controle um desafio constante para os produtores.

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Os primeiros sinais de infestação incluem perfurações em botões florais, queda precoce dessas estruturas e flores com aspecto característico deformado, conhecido como “rosetado”. Em muitos casos, os sintomas iniciais passam despercebidos, mas a evolução da infestação pode ser rápida em condições favoráveis, reduzindo o tempo de resposta no manejo.

Monitoramento e manejo integrado são fundamentais

O controle eficiente do bicudo-do-algodoeiro depende diretamente do monitoramento contínuo da lavoura. A inspeção frequente, especialmente nas estruturas reprodutivas, é essencial para identificar a presença da praga ainda no início da infestação.

Além disso, práticas como destruição de restos culturais, eliminação de plantas voluntárias e uso de armadilhas durante a entressafra são estratégias importantes para reduzir a população do inseto entre os ciclos produtivos.

Especialistas reforçam que o controle não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de medidas integradas e aplicadas no momento correto.

Manejo químico exige rotação e estratégia

O manejo integrado também envolve o uso criterioso de inseticidas e a rotação de mecanismos de ação para evitar resistência da praga. Em áreas de alta pressão do bicudo, soluções com diferentes modos de ação ganham relevância no controle.

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Produtos com ação por contato e ingestão, como aqueles à base de etiprole, são citados como ferramentas importantes dentro de programas de manejo, contribuindo para maior eficiência no controle da praga quando utilizados de forma estratégica.

Conclusão: controle do bicudo depende de planejamento contínuo

O bicudo-do-algodoeiro segue como um dos principais desafios da cotonicultura brasileira e exige uma abordagem técnica, integrada e contínua ao longo de toda a safra.

O sucesso no controle da praga está diretamente ligado ao planejamento, ao monitoramento constante e à combinação de diferentes estratégias de manejo, fatores essenciais para preservar o potencial produtivo do algodão no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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