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Semob inicia campanha de conscientização para inibir acidentes de trânsito

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A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) iniciou na sexta-feira (2) as primeiras atividades do Maio Amarelo. Trata-se de uma campanha para conscientizar motoristas a respeito das leis para evitar acidentes de trânsito. A ação foi realizada no período noturno na Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), onde ocorre a Semana do Cavalo, com shows artísticos e praça de alimentação.

A primeira atividade uniu a secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Detran (Departamento Estadual de Trânsito), Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Batalhão de Trânsito, Corpo de Bombeiros e GGI (Gabinete de Gestão Integrada).

Na ação, foi disponibilizado o uso de óculos Drunk Busters que simula como a visão do cidadão estaria sob efeitos de índices de álcool de 0.29 a 0.38 mg/l.

Também foi oportunizado aos frequentadores dos bares do local o uso do etílometro, o popular bafômetro.

A vice-prefeita e secretaria de Mobilidade Urbana, coronel Vânia Rosa, destacou a importância da ação conjunta para conscientizar populares a respeito das normas de trânsito.

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“Maio Amarelo vem a reforçar o que é falado o ano todo de consciência de dirigir sem efeitos de bebida alcoolica. Realizamos a abordagem em bares, de forma educada e tranquila, a respeito dos riscos de acidentes e danos irreparáveis que a combinação álcool e volante pode causar”, disse.

O agente de trânsito Marcos Gare, responsável pelas ações de educação no trânsito, revelou que praticamente todos os dias do mês de maio haverá ações da Secretaria de Mobilidade Urbana para informar a respeito dos riscos de dirigir alcoolizado.

“A equipe está empenhada em fazer atividades ao longo do mês. O objetivo é fazer a conscientização. Vamos trabalhar com atividades externas e palestras que irão abranger desde o público infantil ao público adulto”.

#PraCegoVer

A matéria é ilustrada com a imagem da vice-prefeita e secretária de Mobilidade Urbana, Vânia Rosa, acompanhada do agente de trânsito Marcos Garé. A vice-prefeita veste camisa azul e está de boné exibindo um documento. Ao lado, está o agente de trânsito vestido com o traje de trabalho: uma camisa amarela com manga azul.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Raízen reduz moagem de cana em quase 10% na safra 2025/26, mas amplia produção de açúcar e etanol de segunda geração

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A Raízen, uma das maiores produtoras de açúcar, etanol e bioenergia do mundo, encerrou a safra 2025/26 (abril de 2025 a março de 2026) com uma moagem de 70,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, volume 9,8% inferior ao registrado no ciclo anterior, quando foram processadas 78,2 milhões de toneladas.

Segundo a companhia, o desempenho foi impactado principalmente pelas condições climáticas adversas ao longo da safra, que reduziram a disponibilidade de matéria-prima e afetaram a produtividade agrícola dos canaviais. Além dos efeitos do clima, decisões estratégicas relacionadas à otimização dos ativos industriais também contribuíram para a retração do volume processado.

Clima reduziu oferta de cana

Em comunicado ao mercado, a Raízen informou que a principal razão para a queda da moagem foi o impacto das condições climáticas registradas durante o ano-safra.

A empresa estima que a menor produtividade agrícola provocou uma redução de aproximadamente 900 mil toneladas de cana disponível para processamento, refletindo os desafios enfrentados pelos canaviais em diferentes regiões produtoras.

A menor oferta de matéria-prima confirma os efeitos das adversidades climáticas sobre o setor sucroenergético brasileiro, que também atingiram outros produtores ao longo da temporada.

Estratégia operacional também reduziu o volume processado

Além do clima, a Raízen destacou que parte da redução da moagem decorreu de decisões estratégicas voltadas à otimização do portfólio de ativos.

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Entre as medidas adotadas estão:

  • venda de aproximadamente 2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar;
  • hibernação da usina MB, paralisada desde novembro de 2024 e sem operação durante a safra 2025/26;
  • hibernação da usina Santa Elisa, que interrompeu as atividades em julho de 2025.

De acordo com a companhia, desconsiderando esses efeitos extraordinários, a moagem teria alcançado 69,2 milhões de toneladas, o que representaria uma retração mais moderada, de 3,9% em relação à safra anterior.

Mix priorizou açúcar para aumentar rentabilidade

Mesmo diante da menor moagem, a Raízen manteve sua estratégia de direcionar uma parcela maior da cana para a fabricação de açúcar, aproveitando as condições mais favoráveis do mercado internacional.

Na safra 2025/26, o mix de produção ficou em:

  • 53% destinado ao açúcar
  • 47% destinado ao etanol

No ciclo anterior, a divisão havia sido equilibrada, com 50% para açúcar e 50% para etanol.

Segundo a companhia, a alteração do mix acompanhou sua estratégia de maximização de rentabilidade, sustentada pelos preços previamente fixados para o açúcar e pela qualidade da matéria-prima disponível durante a safra.

Produção de etanol de segunda geração avança

Outro destaque apresentado pela empresa foi a evolução da produção de etanol de segunda geração (E2G).

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A Raízen informou que os volumes produzidos cresceram na comparação anual, impulsionados pela estabilização operacional das unidades de:

  • Bonfim;
  • Univalem;
  • Barra.

O desempenho dessas plantas reforça a estratégia da companhia de ampliar a produção de biocombustíveis de maior valor agregado, utilizando resíduos da cana-de-açúcar como matéria-prima e contribuindo para a expansão da oferta de combustíveis renováveis de baixa emissão de carbono.

Perspectivas para o setor sucroenergético

O resultado da safra 2025/26 evidencia os desafios enfrentados pelo setor sucroenergético brasileiro diante das oscilações climáticas, que vêm afetando a produtividade dos canaviais em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo, a decisão da Raízen de ampliar a participação do açúcar no mix de produção demonstra a busca por maior rentabilidade em um cenário de preços internacionais mais atrativos, enquanto os investimentos em etanol de segunda geração reforçam a estratégia de diversificação e fortalecimento da matriz de biocombustíveis.

Mesmo com a redução na moagem, a companhia mantém o foco na eficiência operacional, na otimização de ativos industriais e na expansão de tecnologias voltadas à produção de energia renovável, consolidando sua posição entre as principais empresas do agronegócio e do setor sucroenergético brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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