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Semob informa interdição para obras no bairro São José

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O acesso ao bairro São José, em Cuiabá, pela Rua Rio Branco, será interditado pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), tanto pela Avenida Archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho) quanto pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, a partir das 9h desta quinta-feira (8).

A medida, válida por um período de 10 dias, é necessária para a execução de obras de drenagem e pavimentação em um trecho aproximado de 300 metros, na Rua 1 — transversal à Rua Rio Branco — onde ocorrem alagamentos com frequência.

Agentes da Semob estarão no local para orientar os condutores. No entanto, motoristas que costumam utilizar o bairro como rota alternativa devem redobrar a atenção. Apesar de o bairro ser pouco habitado, a via a ser interditada recebe um fluxo considerável de veículos, por facilitar o acesso a outras localidades.

Segundo o diretor de Trânsito da Semob, Pedro César Gonçalves, faixas informativas serão distribuídas em pontos estratégicos para alertar os condutores sobre a interdição.

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“Queremos que tudo transcorra dentro da normalidade, embora a interdição atinja o fluxo e contrafluxo do percurso, mas será por um curto período. Além disso, vai resolver um problema recorrente nesse trecho, causado pela água que não tem para onde escoar”, pontuou o diretor.

Especificamente para os moradores do bairro São José, a interdição não trará grandes impactos, pois há uma via alternativa para que possam chegar às suas residências sem precisar utilizar a Rua Rio Branco. Além disso, as equipes responsáveis pelas obras irão acelerar o ritmo dos trabalhos para garantir a conclusão no prazo previsto.

SERVIÇO

O QUE: Interdição da Rua Rio Branco
QUANDO: Quinta-feira (8)
HORÁRIO: A partir das 9h

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Encontro entre Trump e Xi Jinping afeta mercado brasileiro

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O encontro realizado nesta quarta-feira (13.05) entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Chinês, Xi Jinping, acabou acabou repercutindo também no Brasil. A reunião esfriou as expectativas de novos acordos comerciais envolvendo compras chinesas de grãos norte-americanos e pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, principal referência global para formação dos preços pagos ao produtor brasileiro.

Nos últimos dias, parte do mercado apostava que o encontro poderia abrir espaço para uma nova rodada de compras chinesas da soja dos Estados Unidos, movimento que historicamente costuma mexer com os preços internacionais. Mas o discurso adotado após a reunião foi mais cauteloso. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os compromissos já assumidos pela China seriam suficientes para manter o fluxo atual de importações, sem necessidade de ampliar significativamente as aquisições.

A reação em Chicago foi imediata. Sem perspectiva de aumento da demanda chinesa pelos grãos americanos, os contratos futuros da soja perderam força. O movimento ganhou ainda mais peso após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgar vendas externas abaixo do esperado, aumentando a pressão sobre o mercado.

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Para o produtor brasileiro, o impacto aparece principalmente na formação dos preços internos. Mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade nas exportações e uma safra elevada, a queda em Chicago limita reações mais fortes nas cotações pagas nos portos e no interior.

Ao mesmo tempo, o cenário reforça uma leitura importante para o agro nacional: a China segue buscando diversificar fornecedores e não demonstra intenção de concentrar as compras apenas nos Estados Unidos. Nesse contexto, o Brasil continua ocupando posição estratégica no abastecimento chinês, especialmente em um momento de ampla oferta nacional e embarques em ritmo recorde.

Analistas do setor avaliam que o mercado deve continuar bastante sensível aos próximos movimentos diplomáticos entre Washington e Pequim, já que qualquer sinal envolvendo compras agrícolas tem potencial de influenciar diretamente os preços recebidos pelos produtores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

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