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Sementes Batavo, da Frísia, apresenta as principais cultivares das maiores obtentoras de soja do Brasil

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A Noite da Soja chega na quinta edição com um completo portfólio de sementes para variados perfis de área e clima. O evento acontece no dia 20 de fevereiro, em Carambeí (PR), e deve reunir um público de cerca de 500 pessoas, formado por cooperados, agricultores da região dos Campos Gerais, estudantes, representantes das empresas expositoras e distribuidores. O evento é realizado pela Sementes Batavo, marca pertencente à cooperativa Frísia com mais de 50 anos de tradição.

De acordo com João Troyner Arruda, coordenador comercial de Sementes da Frísia, estarão presentes os principais lançamentos das maiores obtentoras de sementes de soja do Brasil. “A nossa expectativa para o evento está em poder contribuir, para o cooperado e o agricultor da região, com mais informações sobre a produção de soja, cultivares com maior produtividade e tecnologias voltadas à produção de sementes. Para mostrarmos o que a Frísia está fazendo, junto com os parceiros, para agregar uma maior rentabilidade na produção da soja”, destaca.

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O evento, explica Arruda, conta com os principais parceiros de biotecnologia do mercado, com o foco em novas cultivares para a região dos Campos Gerais e do Paraná Alto – com áreas, como o nome diz, mais altas e frias e cultivares específicas para esse clima – e Paraná Baixo – com menor altitude, como o norte pioneiro e a região oeste do estado.

A Noite da Soja inicia às 18h, no Pavilhão Frísia, com um café da tarde. Às 18h30 começa a palestra técnica do engenheiro agrônomo Renato Horikoshi, com o tema ‘Biotecnologias em soja: passado, presente e futuro’, que vai tratar sobre manejo e resistência de insetos e a perspectiva do setor.

A saída do público para conferir as cultivares no campo será a partir das 19 horas, quando poderão verificar as diferentes estações e detalhes das parcelas plantadas. Nesse momento, será possível verificar a semente ideal para a próxima safra, com características como ciclo, porte, resistência à doenças e pragas, sanidade, entre outras informações. O encerramento será às 21h30, com jantar e música ao vivo.

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Também haverá exposição de máquinas agrícolas e a presença de empresas com tecnologia e soluções para o tratamento industrial de sementes.

Programação
  • Pavilhão Frísia
    • 18h – Receptivo e café de boas-vindas
    • 18h30 – Palestra com Renato Horikoshi sobre “Biotecnologias em soja: passado, presente e futuro”
    • 19h – Saída para o campo
  • Campo
    • 19h15 – Início do giro de campo
    • 21h – Encerramento do giro de campo
  • Pavilhão Frísia
    • 21h30 – Jantar e música ao vivo
  • Serviço
    • Noite da Soja Sementes Batavo
      • Data: 20 de fevereiro (terça-feira)
      • Horário: 18h
      • Local: Pavilhão Frísia
      • Anexo Parque Histórico de Carambeí
      • Avenida dos Pioneiros, 4.050, Carambeí (PR)
      • Inscrição gratuita: Sympla

Fonte: Assessoria de imprensa da Frísia

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor

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O Brasil encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com produção estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, a maior da série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume supera em 1,5% o resultado do ciclo anterior, apesar da redução da área plantada. Com a fibra retirada do campo, o desempenho das exportações e a preservação da qualidade passam a pesar no resultado do produtor.

O avanço veio do rendimento das lavouras. A produtividade média atingiu 2.053 quilos de pluma por hectare, alta de 4,9% sobre a temporada passada, suficiente para compensar a diminuição de 3,2% da área cultivada, que ficou em 2,02 milhões de hectares. O país conseguiu, assim, ampliar a oferta sem expandir o plantio.

A etapa de colheita já ficou para trás nas principais regiões produtoras. No acompanhamento divulgado pela Conab os trabalhos alcançaram 100% da área monitorada, incluindo Mato Grosso e Bahia. A atividade prossegue nas algodoeiras, onde o beneficiamento separa a fibra do caroço e prepara a pluma para comercialização.

O mercado externo é decisivo para absorver essa produção. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela Conab, o Brasil exportou 2,08 milhões de toneladas de algodão de janeiro a agosto, crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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Para 2026, a companhia projeta embarques de 3,42 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico é estimado em 740 mil toneladas. A distância entre os dois volumes mostra o peso das vendas internacionais para o escoamento da fibra brasileira.

Dentro do país, a indústria têxtil continua cautelosa. Conforme a Conab, as empresas evitam grandes aquisições porque encontram dificuldade para repassar o encarecimento da matéria-prima aos produtos acabados. O estoque de passagem é projetado em 2,72 milhões de toneladas ao fim do ano, ligeiramente abaixo de 2025.

A quantidade colhida, porém, não conta toda a história. No Paraná, a Conab registrou que as chuvas na fase final da colheita, sobretudo no norte do Estado, comprometeram a qualidade da fibra, embora sem impactos relevantes no rendimento.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chuvas persistentes durante a abertura dos capulhos — os frutos abertos que expõem a fibra — favorecem a deterioração do algodão. A umidade e a ação de fungos podem provocar amarelecimento e perda de brilho, brancura e resistência, prejudicando a qualidade da pluma.

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Como a colheita já terminou, a atenção agora se volta ao produto armazenado e ao beneficiamento. A Embrapa alerta que o excesso de umidade no algodão pode favorecer fermentação e microrganismos, com danos à cor e à resistência da fibra. A retirada do campo, portanto, precisa ser acompanhada de armazenamento adequado para preservar o resultado obtido na lavoura.

Para o cotonicultor, a orientação técnica é manter o algodão protegido da água, verificar as condições de armazenamento e controlar a umidade antes do processamento. Na comercialização, volume disponível e qualidade da fibra precisam ser considerados juntos: o recorde nacional amplia a oferta, mas cada lote conserva suas próprias características.

Fonte: Pensar Agro

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