AGRONEGÓCIO

Secretário destaca valorização das artes marciais com nova estrutura do Governo do Estado em Cuiabá

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A capital ganhou na noite desta terça-feira (23) um novo espaço de referência para a prática esportiva com a inauguração do Palácio das Artes Marciais, no Complexo Arena Pantanal, em Cuiabá. O equipamento público, coordenado pelo Governo do Estado de Mato Grosso, passa a ser um marco para o fortalecimento das artes marciais e da política de incentivo ao esporte no município.

O secretário municipal de Esportes e Lazer, Jefferson Neves, prestigiou a solenidade acompanhado do secretário-adjunto de Esportes, Pablo Queiroz, e do secretário-adjunto de Inclusão, Andrico Xavier. Para ele, a entrega do espaço representa um avanço significativo para a cidade, que agora conta com uma estrutura moderna e especializada para competições de artes marciais, desafogando os ginásios municipais, como o Verdinho e o Complexo Dom Aquino.

“Esse espaço é um grande estímulo ao esporte cuiabano. Quando estive à frente da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, participei como um dos idealizadores desse projeto. Nosso objetivo era transformar um galpão antigo, que tinha uma estrutura muito precária, em um dos principais centros de artes marciais do país. Hoje, com todo o investimento feito, acreditamos que o Palácio das Artes Marciais já figura entre os dois melhores do Brasil”, destacou Jefferson.

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As melhorias incluem a reforma das áreas internas esportivas e administrativas, recuperação da cobertura e do sistema de impermeabilização, substituição da iluminação e instalação de assentos na arquibancada. O espaço também foi adequado para acessibilidade, com rampas, elevador e sanitários adaptados. Outro destaque é o conforto térmico, garantido pelo ar-condicionado, e o aprimoramento acústico com forro de lã de vidro no teto, que ajuda a absorver os ruídos durante os eventos.

Com a nova estrutura, Cuiabá se consolida cada vez mais como um polo esportivo, atraindo competições e valorizando atletas e praticantes das artes marciais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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