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Secretária de Saúde reforça integração entre os municípios

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A secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena Barboza Sampaio, participou da reunião do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (COSEMS/MT) de 2025. O evento que reuniu gestores de saúde de todos os municípios do estado e os Apoiadores do Conselho para o ano vigente. O encontro teve como objetivo fortalecer a articulação entre as cidades mato-grossenses, discutir desafios da saúde pública e alinhar estratégias para melhorar o atendimento à população.

Durante sua participação, a secretária Lúcia Helena destacou a importância do Cosems/MT como ferramenta essencial para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. Em sua fala, ela reforçou a necessidade de união entre os municípios para garantir uma assistência mais eficiente, especialmente para Cuiabá, que, além de ser a capital do estado, desempenha um papel fundamental no suporte à saúde das demais cidades mato-grossenses.

“A integração entre os municípios é essencial para que possamos oferecer um atendimento de qualidade para todos os mato-grossenses. Cuiabá, como referência em saúde no estado, recebe diariamente pacientes de diversas cidades e precisa do apoio e da cooperação dos demais gestores aprimorarmos os serviços oferecidos. O Cosems/MT é um espaço fundamental para fortalecer essa parceria, alinhar estratégias e buscar soluções conjuntas para os desafios que enfrentamos na saúde pública”, afirmou a secretária.

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A reunião também possibilitou a troca de experiências e o debate sobre temas como financiamento da saúde, ampliação dos serviços e fortalecimento da atenção básica. Os gestores presentes reafirmaram o compromisso com a melhoria da assistência à população e destacaram a importância da cooperação entre as cidades para garantir avanços no setor.

Com essa participação ativa no Cosems/MT, Cuiabá reforça seu papel como protagonista na rede de saúde de Mato Grosso, contribuindo para a construção de um sistema cada vez mais eficiente e acessível.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Bolsas globais avançam com trégua entre EUA e Irã, enquanto Ibovespa sente pressão do petróleo e aguarda decisões de juros

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Os mercados financeiros globais iniciaram esta terça-feira em clima de maior apetite ao risco, impulsionados pelo avanço das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. O acordo preliminar para encerrar o conflito no Oriente Médio reduziu as preocupações com a oferta global de petróleo, provocando forte queda da commodity e favorecendo os ativos de risco em diversas regiões do mundo.

Na Europa, os principais índices acionários registravam ganhos consistentes durante a manhã. O índice DAX, da Alemanha, avançava cerca de 0,48%, enquanto o CAC 40, da França, subia 0,73% e o FTSE 100, do Reino Unido, acumulava alta próxima de 0,61%, refletindo o maior otimismo dos investidores com a redução das tensões geopolíticas.

Ásia fecha sem direção única diante de sinais contraditórios da economia chinesa

Nas bolsas asiáticas, o desempenho foi misto. Os investidores avaliaram uma série de indicadores econômicos da China que mostraram desaceleração do consumo e persistência da crise imobiliária, ao mesmo tempo em que a produção industrial apresentou crescimento mais forte.

O índice de Xangai recuou 0,11%, enquanto o CSI 300 perdeu 0,15%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 1,40%, pressionado por preocupações com a atividade econômica chinesa. Por outro lado, o setor de tecnologia ajudou a limitar perdas, com destaque para empresas ligadas à inovação e semicondutores.

No restante da região, o Nikkei, do Japão, encerrou o dia com leve alta de 0,10%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, disparou 2,11%, liderando os ganhos entre os principais mercados asiáticos. Taiwan avançou 0,91%, Singapura subiu 0,81% e a bolsa australiana teve valorização moderada de 0,04%.

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Ibovespa recua e Petrobras pesa sobre o mercado brasileiro

No Brasil, o cenário foi mais cauteloso. O Ibovespa abriu o pregão em queda, operando abaixo da faixa dos 170 mil pontos, refletindo principalmente o impacto negativo da desvalorização do petróleo sobre as ações da Petrobras, uma das empresas de maior peso no índice.

O mercado brasileiro também monitora atentamente a chamada “Super Quarta”, quando serão divulgadas as decisões de política monetária tanto do Comitê de Política Monetária (Copom) quanto do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos.

Além do cenário externo, investidores repercutem indicadores domésticos. A Pesquisa Mensal do Comércio divulgada pelo IBGE mostrou retração de 1,5% nas vendas do varejo, resultado inferior às expectativas do mercado e que reforçou preocupações sobre o ritmo de crescimento da economia brasileira.

O dólar operava próximo de R$ 5,06, enquanto os contratos futuros de juros apresentavam acomodação diante da expectativa em torno dos próximos passos da política monetária nacional.

Petróleo cai após acordo geopolítico

O principal fator de influência sobre os mercados segue sendo a forte queda do petróleo internacional. Com a perspectiva de normalização do fluxo de embarcações no Estreito de Ormuz e redução dos riscos de interrupção da oferta global, os contratos do Brent e do WTI registraram perdas expressivas nos últimos pregões.

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A desvalorização da commodity beneficiou setores consumidores de energia ao redor do mundo, mas pressionou empresas petrolíferas, especialmente a Petrobras, que liderou as perdas entre as blue chips da B3. Analistas avaliam que o comportamento da estatal continuará sendo determinante para o rumo do Ibovespa no curto prazo.

Destaques corporativos

Entre os principais fatos corporativos do dia, a Itaúsa anunciou a distribuição de R$ 1,5 bilhão em Juros sobre Capital Próprio (JCP), equivalente a R$ 0,138 por ação.

Já a Raízen voltou ao radar dos investidores após a gestora IG4 Capital apresentar proposta não vinculante envolvendo créditos da companhia e eventual conversão em participação acionária.

Outras movimentações corporativas relevantes incluem atualizações envolvendo o setor de infraestrutura e o acompanhamento de processos regulatórios e ambientais em grandes empresas brasileiras.

Perspectivas para os próximos dias

A atenção dos investidores permanece concentrada na política monetária global e nos desdobramentos do acordo entre Estados Unidos e Irã. A expectativa é que a redução das tensões geopolíticas continue favorecendo os mercados internacionais, embora a queda do petróleo possa seguir provocando volatilidade em empresas ligadas ao setor de energia.

No Brasil, além das decisões do Copom, o mercado acompanhará indicadores de atividade econômica, inflação e o comportamento do câmbio, fatores que devem determinar o rumo dos ativos domésticos ao longo da semana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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