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Secretaria de Saúde realiza neste sábado (30) a segunda etapa da Campanha Municipal de Vacinação Antirrábica Animal nas regionais Norte e Oeste

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A Secretaria Municipal de Saúde – SMS, por meio da Unidade de Vigilância em Zoonoses – UVZ, realiza neste sábado (30), a segunda etapa da Campanha Municipal de Vacinação Antirrábica Animal. Desta vez, a ação atenderá as regionais Norte e Oeste, com 43 postos de vacinação funcionando das 8h às 17h.

Segundo Alessandra Carvalho, coordenadora da Vigilância em Zoonoses, a primeira etapa, realizada no último sábado (23), nas regionais Sul e Leste, foi um grande sucesso. “Tivemos um excelente resultado, vacinando 29.772 animais, sendo 26.150 cães e 3.622 gatos”, revelou.

A campanha tem como objetivo imunizar cães e gatos a partir de três meses de idade contra a raiva, uma doença fatal, mas que pode ser prevenida por meio da vacinação. O Centro de Controle de Zoonoses também mantém um posto fixo de vacinação, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 16h30.

Para mais informações, a população pode entrar em contato com a UVZ/Cuiabá pelo WhatsApp (65) 3318-6059 ou pelo e-mail: [email protected].

Confira os locais de vacinação:

Locais na Regional Norte

1. 1° de Março – USF 1° de Março e João Bosco Pinheiro, Av. Principal, S/N.

2. Res. Ilza Terezinha – CMEI Paulo Ronan Ferraz Santos, Rua 1, S/N.

3. Altos da Serra – EMEB Celina Fialho Bezerra, Rua Princesa Daiana.

4. Nova Canaã – Centro Comunitário, Av. Hélio Barbosa.

5. CPA 1 – EE André Avelino Ribeiro, Av. Dep. Osvaldo Cândido Pereira, 365.

6. CPA 2 – EE Ana Maria do Couto, Av. Brasil.

7. CPA 3 – EE Leônidas Antero de Matos, Rua 36, QD 43, Setor 3.

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8. CPA 3 – EE Leovegildo de Mello, Rua 25, QD 42, Setor 5.

9. CPA 4 – EE Padre João Panarotto, Rua 64, 2ª Etapa.

10. CPA 4 – Paróquia Coração Imaculado de Maria, Av. Garça Real, Q 133, 4ª Etapa.

11. CPA 4 – EE Profª Dione Augusta Aguiar, Av. Tuiuiú, 45, 5ª Etapa.

12. Dr. Fábio 1 – USF Dr. Fábio, Rua Sapezal, 918.

13. Dr. Fábio 2 – EMEB Dr. Fábio F. Leite, Rua Bahia, QD 58, S/N.

14. Morada do Ouro – Praça Principal do Bairro (ao lado do Supermercado Iguaçu), Rua Dep. Milton de Figueiredo, 376-390.

15. Três Barras – EMEB Prof. Firmo José Rodrigues, Rua 09.

16. Jardim Vitória – EE Gustavo Kulmann, Av. José Estêvão Torquato da Silva.

17. Jardim Vitória – EMEB Senhorinha Ana Alves de Oliveira, Rod. Emanuel Pinheiro, S/N.

18. Novo Paraíso 1 – EMEB Prof.ª Pedrosa de Moraes e Silva, Rua Interna, 117.

19. Jardim Aroeira – EE Hugney Siqueira Bastos, Av. Senador Jonas Pinheiro.

20. Altos da Glória – EMEB Profª Gracildes Melo Dantas, Rua 15, Quadra 60, S/N.

21. Jardim Umuarama – EMEB Prof° Rafael Rueda, Av. Principal, S/N.

22. Tancredo Neves – EMEB Coronel Octaíde Bastos Jorge e Silva, Rua Juara, nº 01,QD 15.

23. Novo Mato Grosso – EMEB Irmã Maria Betty de Souza Pires, Rua Andradina, nº 99.

24. Jardim Florianópolis – EMEB Antonia Tita Maciel de Campos, Rua 08, QD 48.

25. Jardim União – EMEB Profº Lenine de Campos Póvoas, Rua Salgado Filho, nº 321.

26. Paiaguás 2 – CMEI Antonio Marcos Ruzzene Balbino, R. E, S/N – Residencial Paiaguás.

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Locais na Regional Oeste

1. Altos do Boa Vista – Centro Comunitário, Rua Florinda Negrão.

2. Alvorada – Escola Municipal Marechal Rondon, Av. Piratininga, Nº 101.

3. Araés – Centro Comunitário, Av. Tenente Eulálio Guerra, Nº 600.

4. Cidade Alta – EE Alina Nascimento Tocantins, Av. Ipiranga, 2560.

5. Cidade Verde – Escola Estadual Aureolina Eustácia Ribeiro, Av. Generoso Malheiros, Nº 305.

6. Coophamil – Escola Municipal Profº Francisval de Brito, Rua João Paulo dos Santos, S/N.

7. Jardim Araçá – Igreja São Francisco de Assis, Rua A, S/N.

8. Ribeirão do Lipa – Centro de Controle e Zoonoses, Rua Orivaldo M. de Souza.

9. Santa Isabel – Escola Municipal Profº Ranulpho Paes de Barros, Rua Dep. Celso Mendes Quintela, S/N.

10. Duque de Caxias II – Comunidade Católica São Francisco de Assis, Rua Coronel Oteles Moreira, 323.

11. Flamboyant – Centro Educacional Aplicação, Rua E, S/N.

12. Jardim Novo Colorado – Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida, Rua Frei Quirino, 222.

13. Novo Terceiro – EE Pe. Wanir Delfino Cesar, Rua Prof. Floriano Siqueira de Carvalho, nº 421.

14. Ribeirão da Ponte – Igreja Santa Isabel da Hungria, Rua Dep. Celso Mendes Quintela.

15. Santa Helena – Subprefeitura Regional Oeste, Rua Juscelino Kubitschek, 499.

16. Cohab Vila Real – CEIC Renísea G. Barua, Rua C, Quadra 05.

17. Novo Tempo – Centro Comunitário Novo Tempo, Rua das Palmeiras, 50.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Semi-hidroponia avança no Brasil e transforma produção agrícola em solos degradados

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Produzir no campo brasileiro tem se tornado cada vez mais desafiador diante das mudanças climáticas, da irregularidade das chuvas e da crescente degradação dos solos. Em culturas mais sensíveis, como as hortaliças, esses fatores elevam os riscos e podem comprometer totalmente a viabilidade econômica das lavouras.

Doenças de solo como murcha bacteriana, fusariose e a presença de nematoides estão entre os principais entraves à produtividade, especialmente em áreas já afetadas. Nesse cenário, soluções inovadoras têm ganhado espaço, com destaque para sistemas de cultivo sem solo, como a semi-hidroponia.

Alternativa sustentável para solos problemáticos

Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontam que uma parcela significativa dos solos agrícolas do país apresenta algum nível de degradação, o que reforça a necessidade de tecnologias mais adaptáveis e resilientes.

A semi-hidroponia surge como uma evolução dos sistemas hidropônicos tradicionais. Nesse modelo, o solo é substituído por substratos inertes que sustentam as plantas, enquanto a nutrição ocorre por meio da fertirrigação — técnica que permite o fornecimento controlado de água e nutrientes.

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Na prática, o produtor passa a ter maior controle sobre o ambiente de cultivo, reduzindo significativamente os riscos fitossanitários.

“Problemas como murcha bacteriana, fusariose e nematoides são comuns no solo e de difícil controle. Com a semi-hidroponia, é possível praticamente eliminar essas ameaças, mantendo a produtividade”, explica o especialista em agricultura Felipe Vicentini Santi.

Substratos acessíveis e eficientes

Entre as alternativas mais viáveis economicamente, destaca-se a combinação de casca de arroz carbonizada com areia lavada, geralmente na proporção 50/50.

Essa mistura oferece condições ideais para o desenvolvimento das plantas: a casca de arroz contribui para a retenção equilibrada de umidade e aeração das raízes, enquanto a areia favorece a drenagem, evitando o encharcamento — fator diretamente ligado ao surgimento de doenças.

Ganhos em produtividade e uso de recursos

Além de reduzir drasticamente problemas sanitários, o sistema semi-hidropônico apresenta outras vantagens relevantes. Entre elas, a possibilidade de cultivo contínuo ao longo do ano, inclusive em períodos de alta pluviosidade, e a eliminação da necessidade de rotação de culturas.

Outro ponto estratégico é a eficiência no uso de insumos. A fertirrigação permite economia de água e fertilizantes, reduz perdas e minimiza impactos ambientais, tornando o sistema mais sustentável no longo prazo.

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Desafios ainda limitam expansão

Apesar dos benefícios, a adoção da semi-hidroponia ainda enfrenta barreiras. O investimento inicial em infraestrutura e a necessidade de conhecimento técnico para o manejo adequado da irrigação e da nutrição das plantas são os principais desafios apontados.

Em operações de maior escala, questões como custo, logística e acesso à tecnologia também podem dificultar a implementação.

Inovação como caminho para o futuro

Mesmo diante desses entraves, o avanço de sistemas como a semi-hidroponia sinaliza uma transformação importante na agricultura brasileira. Em um cenário de maior instabilidade climática e pressão por produtividade, a adoção de tecnologias que aumentem o controle e a eficiência tende a ser decisiva.

A capacidade de adaptação, aliada à inovação e ao manejo técnico, desponta como o principal diferencial para garantir a sustentabilidade e a competitividade da produção agrícola no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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