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Secretaria de Saúde promove Dia D da campanha Novembro Azul nas UBS da regional Oeste, reforçando saúde sexual e reprodutiva dos homens

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O mês de novembro mais uma vez se destaca como o período dedicado à conscientização sobre a saúde masculina. Em Cuiabá, a campanha Novembro Azul ganhará um dia especial de ações nas unidades básicas de saúde da regional Oeste: no dia 23 de novembro, das 8h às 16h, as UBS abrirão suas portas para oferecer uma série de serviços e atividades direcionados ao público masculino. As demais UBS desenvolverão atividades ao longo do mês.

Com base nas orientações do Ministério da Saúde para o Novembro Azul de 2024, a campanha tem como foco a saúde sexual e reprodutiva masculina. Durante o Dia D, as UBS vão oferecer uma série de serviços e atividades, incluindo consultas médicas e odontológicas, testes rápidos de sífilis, hepatites B e C e HIV, além de aferição de pressão arterial e orientações sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Profissionais da saúde estarão disponíveis para realizar rodas de conversa sobre qualidade de vida e cuidados específicos para a saúde reprodutiva dos homens.

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Entre as ações previstas, está o incentivo para que os homens participem mais ativamente do planejamento familiar e do pré-natal de suas parceiras. A campanha reforça a importância de, pelo menos, duas consultas para os parceiros das gestantes, promovendo o engajamento masculino no acompanhamento da gestação e na paternidade ativa.

Para Elizete dos Santos, responsável técnica pela Saúde do Homem em Cuiabá, o envolvimento dos homens nessas discussões e ações preventivas é essencial. “Queremos que os homens cuidem mais da própria saúde e compreendam que eles também têm um papel importante na saúde da família. Muitas vezes, o homem acaba ficando de fora dessas conversas sobre saúde reprodutiva e familiar, mas o Novembro Azul é uma oportunidade para chamar a atenção para isso e incentivá-los a participar. Com o Dia D, esperamos que eles se sintam mais acolhidos e informados sobre temas fundamentais para o bem-estar deles e das suas famílias”, afirmou.

Confira as UBS que participarão do Dia D:

USF Cidade Alta

USF Cidade Verde

USF Jardim Independência

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USF Novo Terceiro

USF Sucuri

USF Ribeirão da Ponte

USF Jardim Araçá / USF Santa Amália

USF Santa Isabel I e II

USF Santa Isabel III

USF Despraiado I e II

USF Novo Colorado I e II

USF Ribeirão do Lipa

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Brasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor

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O Brasil encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com produção estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, a maior da série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume supera em 1,5% o resultado do ciclo anterior, apesar da redução da área plantada. Com a fibra retirada do campo, o desempenho das exportações e a preservação da qualidade passam a pesar no resultado do produtor.

O avanço veio do rendimento das lavouras. A produtividade média atingiu 2.053 quilos de pluma por hectare, alta de 4,9% sobre a temporada passada, suficiente para compensar a diminuição de 3,2% da área cultivada, que ficou em 2,02 milhões de hectares. O país conseguiu, assim, ampliar a oferta sem expandir o plantio.

A etapa de colheita já ficou para trás nas principais regiões produtoras. No acompanhamento divulgado pela Conab os trabalhos alcançaram 100% da área monitorada, incluindo Mato Grosso e Bahia. A atividade prossegue nas algodoeiras, onde o beneficiamento separa a fibra do caroço e prepara a pluma para comercialização.

O mercado externo é decisivo para absorver essa produção. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela Conab, o Brasil exportou 2,08 milhões de toneladas de algodão de janeiro a agosto, crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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Para 2026, a companhia projeta embarques de 3,42 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico é estimado em 740 mil toneladas. A distância entre os dois volumes mostra o peso das vendas internacionais para o escoamento da fibra brasileira.

Dentro do país, a indústria têxtil continua cautelosa. Conforme a Conab, as empresas evitam grandes aquisições porque encontram dificuldade para repassar o encarecimento da matéria-prima aos produtos acabados. O estoque de passagem é projetado em 2,72 milhões de toneladas ao fim do ano, ligeiramente abaixo de 2025.

A quantidade colhida, porém, não conta toda a história. No Paraná, a Conab registrou que as chuvas na fase final da colheita, sobretudo no norte do Estado, comprometeram a qualidade da fibra, embora sem impactos relevantes no rendimento.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chuvas persistentes durante a abertura dos capulhos — os frutos abertos que expõem a fibra — favorecem a deterioração do algodão. A umidade e a ação de fungos podem provocar amarelecimento e perda de brilho, brancura e resistência, prejudicando a qualidade da pluma.

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Como a colheita já terminou, a atenção agora se volta ao produto armazenado e ao beneficiamento. A Embrapa alerta que o excesso de umidade no algodão pode favorecer fermentação e microrganismos, com danos à cor e à resistência da fibra. A retirada do campo, portanto, precisa ser acompanhada de armazenamento adequado para preservar o resultado obtido na lavoura.

Para o cotonicultor, a orientação técnica é manter o algodão protegido da água, verificar as condições de armazenamento e controlar a umidade antes do processamento. Na comercialização, volume disponível e qualidade da fibra precisam ser considerados juntos: o recorde nacional amplia a oferta, mas cada lote conserva suas próprias características.

Fonte: Pensar Agro

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