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Secretária de Saúde e primeira-dama acompanham obras do CMI no antigo PS

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Na manhã desta quarta-feira (16), a Secretária Municipal de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena Barboza, e a primeira-dama e vereadora da capital, Samantha Iris, realizaram uma visita técnica ao Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC), conhecido como antigo Pronto-Socorro. A agenda incluiu uma vistoria detalhada nas instalações da unidade, bem como uma avaliação do andamento das obras do novo Centro Médico Infantil (CMI).

Durante a visita, as gestoras percorreram diversas áreas do hospital, observando de perto as condições estruturais e o funcionamento dos serviços, principalmente nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), onde muitos pacientes permanecem internados por longos períodos, alguns há mais de 90 dias.

“Foi excelente que a vereadora Samantha estivesse aqui conosco. Ela pôde ver de perto as condições do Pronto-Socorro e apontou várias inconformidades que serão corrigidas. Ela viu a importância de enfrentarmos isso em conjunto, porque é um hospital muito grande, com muitos leitos, e infelizmente temos pacientes de fora do município internados por períodos prolongados, o que gera infecções recorrentes e sobrecarga. Ela ficou muito sensibilizada e se dispôs a nos ajudar a mudar essa realidade”, avaliou a secretária Lúcia Helena.

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Samantha reforçou a necessidade de planejamento e atenção especial às áreas mais críticas do hospital. “A obra do Centro Médico Infantil, que fica na parte da frente, está adiantada, está andando bem. As modificações propostas estão sendo feitas. Mas aqui, no fundo, realmente tem muita coisa que precisa ser feita. São problemas crônicos, antigos. Agora temos a oportunidade de estudar e planejar melhorias. Meu papel é justamente esse: vir, olhar, entender como podemos somar, e levar ao prefeito as demandas”, destacou.

As duas também conferiram de perto o andamento das obras do Centro Médico Infantil, que será um avanço importante na saúde pediátrica do município. “Segundo o engenheiro que nos acompanhou, as obras estão dentro do cronograma. A expectativa é que fiquem prontas em até 90 dias, talvez até antes. Isso vai permitir que a gente comece a atender nossas crianças com mais dignidade e estrutura”, pontuou Lúcia Helena.

a primeira-dama também elogiou o comprometimento dos profissionais que atuam no hospital e destacou a importância de manter o diálogo constante com quem está na linha de frente do atendimento. “Durante a visita, os próprios servidores foram nos atualizando sobre a situação real da unidade. Isso é fundamental para que a gente tenha uma visão completa e possa pensar em soluções que realmente façam diferença”, afirmou.

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A visita técnica, além de identificar necessidades e prioridades, marca o início de um novo ciclo de diálogo e colaboração entre o poder executivo e legislativo municipal, com foco na melhoria da saúde pública de Cuiabá.

“Esse tipo de visita mostra o quanto é importante a união entre as lideranças para transformar de verdade a saúde. Sozinhos não conseguimos nada, mas juntos, podemos reconstruir esse hospital com a dignidade que a população merece”, completou Lúcia Helena.

“Estar aqui, conversar com os profissionais e ouvir os relatos nos dá força para continuar batalhando. A saúde tem pressa, e a gente vai continuar acompanhando de perto para garantir que as mudanças realmente aconteçam”, reforçou Samantha.

#PraCegoVer

A imagem mostra a secretária de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena, a primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris, e a diretora-geral do antigo Pronto-Socorro durante uma visita técnica à unidade. Elas estão dentro da obra do Centro Médico Infantil (CMI), que segue com as obras em ritmo acelerado.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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