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Preço do defensivo agrícola pode ser reduzido

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O processo de produção de um defensivo agrícola requer muitos cuidados, principalmente em relação às tubulações utilizadas durante a fabricação do produto. Rigorosos protocolos precisam ser seguidos para garantir que o produto não sofra contaminação cruzada.

Isso porque a contaminação cruzada, ou seja, a sobra de um produto que passou pela tubulação e que contamina o processo de fabricação de um outro produto, acarretará em prejuízos econômicos e ambientais.

Esse contexto envolve o descarte imediato do produto, um processo muito demorado e caro para as indústrias, uma vez que o produto contaminado não pode ser liberado em qualquer lugar, sendo necessário a sua armazenagem e incineração. Há também o descarte das embalagens, que não serão reaproveitadas.

Tudo isso contribui para aumentar o preço final de toda a linha produzida e para os produtores rurais pagarem mais por um produto do que de fato deveriam pagar.

No entanto, uma tecnologia inovadora tem sido cada vez mais utilizada pelas empresas de defensivos agrícolas. Trata-se do UC System, desenvolvida pela Ultra Clean Brasil.

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Essa tecnologia realiza, em alguns segundos, a limpeza a seco das tubulações das fábricas de defensivos agrícolas, substituindo a demorada limpeza das tubulações com água e químicos, que chega a durar três horas, e conferindo ainda mais segurança e agilidade aos processos produtivos.

Com a solução UC System, as empresas de defensivos agrícolas podem ter diversos benefícios, tais como aproximadamente 250 horas a mais de produtividade por linha, redução na compra de matéria-prima, redução de energia, aumento de estoque e redução do consumo de água.

Bruno Ract, diretor de marketing da Ultra Clean Brasil, explica que, com o UC System, as indústrias otimizam a produção, utilizando 100% da matéria-prima comprada e economizando recursos. Além disso, diminuem o despejo na estação de tratamento de efluentes, reduzindo consideravelmente a emissão de CO2.

“Com menos retrabalho, as empresas de defensivos agrícolas conseguem produzir mais, com a mesma estrutura, sem investir em nova linha de produção, o que ajuda a diminuir o preço final do defensivo agrícola, beneficiando os produtores rurais”, finaliza.

Fonte: Ação Estratégica

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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