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Secretaria de Saúde de Cuiabá discute plano de ação para reformas em unidades de saúde

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A secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Danielle Carmona, se reuniu na quarta-feira (13), no gabinete da pasta, com representantes da Procuradoria Geral do Município (PGM) e com todos os secretários adjuntos da SMS para alinhar a elaboração de um plano de ação voltado à resolução de ações civis relacionadas à estrutura física das unidades de saúde. O trabalho contempla estabelecimentos da atenção primária, secundária e terciária.

De acordo com a secretária, algumas dessas ações civis foram iniciadas ainda em 2014 e, agora, a gestão municipal busca construir, em conjunto com o Ministério Público, um documento que apresente soluções viáveis, considerando as condições financeiras e orçamentárias do município para execução entre os anos de 2025 e 2028.

Carmona ressaltou que, apesar de o plano ainda não ter sido oficialmente apresentado, algumas reformas já estão em andamento, seguindo um cronograma realista e adequado à capacidade financeira da Prefeitura.

“Nosso objetivo é construir um plano exequível, que leve em consideração o orçamento e a criticidade das unidades do município, garantindo que as reformas realmente saiam do papel. Estamos comprometidos em melhorar as condições das nossas unidades, respeitando prazos e a legalidade de todo o processo”, afirmou a secretária Danielle Carmona.

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#PraCegoVer

A imagem mostra um grupo de servidores acompanhados pela secretária de Saúde de Cuiabá em seu gabinete. A cena apresenta diversas cores e, ao fundo, as paredes são brancas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Pesquisadores alertam: EL Niño vem turbinado e vai afetar calendário agrícola no Brasil

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Pesquisadores e centros meteorológicos internacionais identificaram sinais de que o El Niño de 2026 pode entrar para o grupo dos mais intensos das últimas décadas e permanecer ativo até o início de 2027. O fenômeno, potencializado pelo aquecimento global, tende a alterar o calendário agrícola brasileiro, com risco de atraso no plantio da soja no Centro-Oeste e no Matopiba e excesso de chuvas no Sul, principal região produtora de trigo do País.

As projeções divulgadas entre maio e junho consolidaram a expectativa de um evento persistente. Em algumas áreas próximas à costa da América do Sul, o aquecimento da superfície do oceano chegou a ficar entre 2°C e 3°C acima da média, enquanto a região central do Pacífico registrava anomalias em torno de 0,7°C.

Diferentemente dos grandes eventos de 1982-83, 1997-98 e 2015-16, o El Niño de 2026 se desenvolve em um cenário de aquecimento mais generalizado dos oceanos. Com menos contraste entre águas quentes e frias, os pesquisadores passaram a utilizar novos indicadores para medir a intensidade do fenômeno. Por esse critério, o episódio atual já apresenta características semelhantes às observadas em alguns dos eventos mais severos do registro histórico.

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No Brasil, os efeitos costumam variar entre as regiões. No Sul, a combinação entre o El Niño e outros padrões atmosféricos pode favorecer volumes de chuva acima da média durante a primavera e o verão. Para culturas de inverno, como o trigo, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo tende a ser mais importante que o volume acumulado, já que excesso de umidade durante a fase reprodutiva e na colheita pode afetar a qualidade dos grãos.

No Centro-Oeste e no Matopiba, o comportamento tradicional do fenômeno é diferente. As chuvas costumam se tornar mais irregulares no início da primavera, período que marca a abertura do plantio da soja. Eventuais atrasos na semeadura podem reduzir a janela ideal para o milho de segunda safra em 2027, responsável por cerca de 80% da produção brasileira do cereal.

O País entra nesse cenário após uma safra recorde. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção de 358,6 milhões de toneladas de grãos em 2025/26, além de uma colheita de 66,7 milhões de sacas de café e mais de 700 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

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Segundo os especialistas, os impactos do fenômeno tendem a ser mais regionais do que nacionais. Enquanto parte das áreas produtoras pode registrar condições favoráveis, regiões dependentes da regularidade das chuvas, como Centro-Oeste e Matopiba, e áreas mais suscetíveis ao excesso de precipitações, como o Sul, devem concentrar maior atenção ao comportamento do clima ao longo da safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

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