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Secretaria de Planejamento discute elaboração de políticas públicas dos próximos 4 anos

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A Secretaria de Planejamento realizou, na quarta-feira (4), uma reunião com representantes de secretarias municipais, visando definir as metas de gestão que deverão ser apresentadas para, posteriormente, serem incorporadas ao PPA (Plano Plurianual). O debate ocorreu no Centro de Formação da Escola Cuiabana (CFEC), localizado na Avenida Beira Rio.

Participaram representantes das secretarias de Educação, Saúde, Assistência Social, Esporte e da Mulher. Até sexta-feira (6), os debates serão concluídos com integrantes de todas as secretarias municipais.

A secretária-adjunta de Planejamento, Patricia Alonço dos Reis, explica que as políticas públicas que serão incorporadas ao PPA (Plano Plurianual) são norteadas pelo plano de governo do prefeito Abilio Brunini, apresentado à população nas eleições municipais de 2024.

“As propostas serão transformadas em metas e indicadores para serem executadas nos próximos quatro anos”, pontua.

A diretora de Planejamento, Silvina Maria dos Anjos, detalha que todas as informações são fornecidas às secretarias municipais em caráter didático, a fim de garantir a boa elaboração de projetos que serão desenvolvidos pelo Executivo.

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“Todos os gestores sinalizaram que estão comprometidos em auxiliar o Executivo nas políticas públicas.”

Entenda

O principal instrumento de planejamento orçamentário de médio prazo do Poder Executivo é o PPA (Plano Plurianual). A partir dele, são definidas as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública, contemplando as despesas de capital (como, por exemplo, os investimentos) e outras delas decorrentes, além daquelas relativas aos programas de duração continuada. O PPA é estabelecido por lei, com vigência de quatro anos. Ele se inicia no segundo ano de mandato e se prolonga até o final do primeiro ano do mandato de seu sucessor.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Brasil supera Canadá e se consolida como terceiro maior exportador mundial de carne suína

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A suinocultura brasileira alcançou um marco histórico em 2026 ao consolidar o Brasil como o terceiro maior exportador de carne suína do mundo. O novo posicionamento foi confirmado após a divulgação dos dados internacionais do setor, que apontaram a superação do Canadá em volume exportado.

Segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país encerrou 2025 com embarques recordes de 1,51 milhão de toneladas de carne suína, enquanto o Canadá registrou aproximadamente 1,45 milhão de toneladas no mesmo período. A diferença de cerca de 50 mil toneladas garantiu ao Brasil a terceira colocação no ranking global, atrás apenas da União Europeia e dos Estados Unidos.

O resultado representa um crescimento de 11,6% em relação ao volume exportado no ano anterior e reforça o avanço da cadeia produtiva nacional no comércio internacional de proteínas animais.

Exportações ganham força com diversificação de mercados

O desempenho brasileiro é resultado de uma combinação de fatores que vêm fortalecendo a competitividade da produção nacional nos últimos anos.

Entre os principais pilares do crescimento estão a ampliação do acesso a mercados internacionais, especialmente na Ásia, a eficiência dos sistemas produtivos, os custos competitivos de produção e o elevado padrão sanitário mantido pela cadeia suinícola brasileira.

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A diversificação dos destinos de exportação também tem contribuído para reduzir riscos comerciais e ampliar a presença da carne suína brasileira em mercados estratégicos.

Consumo interno bate recorde e amplia demanda pela proteína

Além do avanço no mercado externo, o setor comemora resultados expressivos dentro do próprio país.

Dados da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) mostram que o consumo per capita de carne suína atingiu 20 quilos por habitante ao ano em 2025, o maior nível já registrado no Brasil.

O crescimento evidencia uma mudança gradual nos hábitos alimentares dos consumidores, que passaram a incorporar a proteína suína de forma mais frequente nas refeições, impulsionados pela variedade de cortes, praticidade e competitividade de preços.

O aumento da demanda doméstica fortalece a cadeia produtiva e cria novas oportunidades para produtores, frigoríficos e demais elos do setor.

Mercado interno fortalece resiliência da suinocultura brasileira

A combinação entre exportações em expansão e consumo interno aquecido tem contribuído para tornar a suinocultura brasileira mais resiliente diante das oscilações do mercado internacional.

Com uma base de consumo doméstico mais robusta, o setor reduz sua dependência exclusiva das vendas externas e ganha maior estabilidade para enfrentar períodos de volatilidade econômica ou mudanças no comércio global.

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Para o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, os resultados refletem os investimentos contínuos realizados pelos produtores e pelas indústrias ao longo dos últimos anos.

Segundo ele, os avanços obtidos são resultado do compromisso do setor com sanidade animal, genética, tecnologia, produtividade e bem-estar dos animais, além do trabalho desenvolvido para ampliar a presença da carne suína tanto no mercado internacional quanto na alimentação dos brasileiros.

Novo patamar reforça protagonismo do Brasil no mercado global

A conquista da terceira posição entre os maiores exportadores mundiais de carne suína marca uma nova fase para a suinocultura nacional.

O desempenho reforça a capacidade competitiva do Brasil, evidencia a maturidade da cadeia produtiva e consolida o país como um dos principais fornecedores globais de proteína animal.

Com perspectivas positivas para exportações, consumo interno e abertura de novos mercados, o setor segue ampliando sua relevância econômica e fortalecendo sua contribuição para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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