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Secretaria de Agricultura discute melhorias em prol da suinocultura paulista

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O aumento da agilidade nos processos de fiscalização e inspeção animal e o ICMS em atividades que afetam o setor foram tema de discussão entre a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo e a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) nesta terça-feira, 02 de abril.

Os criadores que fazem parte da associação respondem por 64 mil matrizes suínas de um total de 65 mil no Estado de São Paulo, um mercado que movimentou R$ 1,6 bilhão em 2023. Apesar de não ser um dos líderes da suinocultura nacional, o setor paulista apresenta expressivo faturamento e geração de empregos.

“Estamos criando resoluções que serão grandes sucessos. A produção de biometano e biogás no Estado de SP será estimulada com procedimentos padronizados para qualquer usina que queira produzir biometano, aprovando a parte ambiental em 180 dias. A suinicultura se beneficiará da produção de biometano a partir dos dejetos gerados da atividade”, destacou o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.

A desburocratização do setor e a ampliação de capacidade de produção também foram discutidas durante o encontro com os representantes do setor, visando estimular o setor com segurança jurídica e sanitária. Por isso, a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo participará da próxima reunião, que contará com a Câmara Setorial da Suinocultura.

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O encontro teve a participação do secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai; do coordenador de Assessoria Técnica, Alberto Amorim; do coordenador das Câmaras Setoriais, José Carlos de Faria e de Valdomiro Ferreira Júnior, presidente da APCS e presidente da Câmara Setorial de Suinocultura.

Fonte: Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Secretário apresenta à Câmara empréstimo com juros até 88% menores que propostas anteriores

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O secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, apresentou nesta quarta-feira (15) à Câmara Municipal de Cuiabá os detalhes do empréstimo proposto pela Prefeitura, destacando a economia estimada de R$ 48,78 milhões em comparação a operações anteriores como principal vantagem da nova modelagem financeira.

Enquanto em 2019 o custo total projetado chegava a R$ 252 milhões, a nova modelagem reduz esse valor para aproximadamente R$ 203 milhões, mesmo com montante financiado semelhante. Esse ganho financeiro é o principal argumento levado ao Legislativo.

A apresentação ocorreu no gabinete da presidência da Câmara, sob condução da presidente Paula Calil, reunindo diversos vereadores. Na ocasião, o secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, detalhou os números e as condições da operação, destacando o caráter competitivo do processo que definiu o Banco Santander como vencedor.

O financiamento proposto é de R$ 111,6 milhões, com prazo de 10 anos e 12 meses de carência, a uma taxa de CDI + 0,86% ao ano, considerada a menor já registrada no país para operações desse tipo em 2026. Segundo a equipe econômica, essa condição só foi possível graças à adesão de Cuiabá ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), que garantiu o aval da União. Com essa garantia federal, o risco para os bancos diminui, permitindo juros significativamente mais baixos.

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Durante a explanação, Bussiki também apresentou comparativos com tentativas anteriores. Em 2024, por exemplo, uma operação chegou a ser aprovada e depois revogada com taxa de CDI + 7% ao ano, ou seja cerca de 88% maior que a atual gestão. Já em 2019, o município contratou crédito com CDI + 5,40%. A diferença evidencia, segundo ele, um “salto de qualidade fiscal” da atual gestão.

Outro ponto ressaltado foi a transparência do processo. Cinco instituições financeiras foram consultadas e participaram de três rodadas de negociação. O Santander manteve a melhor proposta em todas as etapas, superando concorrentes como Caixa e Banco do Brasil.

A gestão municipal defende que o empréstimo é resultado direto do ajuste das contas públicas e não um risco fiscal. Pelo contrário, argumenta que o equilíbrio alcançado permitiu acessar condições mais vantajosas no mercado.

Os recursos, conforme apresentado, serão destinados principalmente a obras de infraestrutura, com destaque para o asfaltamento de 19 bairros de Cuiabá, além de investimentos em saúde e educação. A proposta segue agora em análise na Câmara, onde deve ser debatida antes de eventual aprovação.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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