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Secretaria de Agricultura discute melhorias em prol da suinocultura paulista

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O aumento da agilidade nos processos de fiscalização e inspeção animal e o ICMS em atividades que afetam o setor foram tema de discussão entre a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo e a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) nesta terça-feira, 02 de abril.

Os criadores que fazem parte da associação respondem por 64 mil matrizes suínas de um total de 65 mil no Estado de São Paulo, um mercado que movimentou R$ 1,6 bilhão em 2023. Apesar de não ser um dos líderes da suinocultura nacional, o setor paulista apresenta expressivo faturamento e geração de empregos.

“Estamos criando resoluções que serão grandes sucessos. A produção de biometano e biogás no Estado de SP será estimulada com procedimentos padronizados para qualquer usina que queira produzir biometano, aprovando a parte ambiental em 180 dias. A suinicultura se beneficiará da produção de biometano a partir dos dejetos gerados da atividade”, destacou o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.

A desburocratização do setor e a ampliação de capacidade de produção também foram discutidas durante o encontro com os representantes do setor, visando estimular o setor com segurança jurídica e sanitária. Por isso, a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo participará da próxima reunião, que contará com a Câmara Setorial da Suinocultura.

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O encontro teve a participação do secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai; do coordenador de Assessoria Técnica, Alberto Amorim; do coordenador das Câmaras Setoriais, José Carlos de Faria e de Valdomiro Ferreira Júnior, presidente da APCS e presidente da Câmara Setorial de Suinocultura.

Fonte: Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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