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Safrinha de milho: especialista da Cibra explica como elevar o rendimento da lavoura

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O milho safrinha, responsável por cerca de 75% da produção nacional do grão, segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), enfrenta desafios em relação ao tempo adequado de plantio e a influência de condições climáticas. Neste cenário, o investimento em nutrição exerce impacto positivo na segurança da produção. Michel Esper, Gerente de Produtos Agronômicos na Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, explica como atender às exigências nutricionais da planta e otimizar seu crescimento, desenvolvimento e produção.

De acordo com o especialista, o nitrogênio é o nutriente de maior demanda para a lavoura de milho, sendo um dos fatores determinantes para atingir altas produtividades, influenciando tanto o desenvolvimento das folhas e espigas quanto das raízes. Contudo, as práticas convencionais de adubação nitrogenada com aplicações da fonte ureia, mesmo quando a dose é parcelada, frequentemente resultam em perdas que comprometem sua eficiência, especialmente devido à volatilização. “A importância do nitrogênio está associada ao crescimento e ao desenvolvimento das plantas, participando de processos fotossintéticos e aumentando a porcentagem total de proteínas, além de influenciar o peso dos grãos”, esclarece.

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A deficiência de nitrogênio pode ser detectada nas folhas mais velhas, que apresentam crescimento reduzido, tanto em tamanho quanto em porte, afetando também o desenvolvimento do caule e das espigas. “A planta com deficiência desenvolve um amarelecimento (clorose) em forma de “V”, da ponta até a base da folha. Se a falta de nitrogênio não for suprida, a clorose pode evoluir para a necrose do tecido e, eventualmente, a morte da planta.”

Para otimizar o uso da adubação nitrogenada, a Cibra oferece a linha Nitrocap. Trata-se de um fertilizante com alta concentração de nitrogênio, que reduz as perdas por volatilização, com o consequente aumento na eficiência do uso do nitrogênio pela lavoura de milho, proporcionando mais segurança e rentabilidade para o produtor.

Outro nutriente importante na cultura do milho é o potássio, destaca o especialista agronômico da Cibra. “O potássio aumenta a resistência da planta ao acamamento (queda ou arqueamento das plantas em virtude da flexão do caule e má ancoragem propiciada pelas raízes) e melhora a tolerância a pragas, doenças e estresses abióticos, como a luz e a radiação solar, a temperatura, o vento, a pressão e outros.”

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Além desses nutrientes, o planejamento da adubação deve incluir o fósforo, importante para o metabolismo, armazenamento e transferência de energia nos tecidos vegetais. Ele também desempenha papel essencial na fotossíntese e na respiração das plantas.

Para proporcionar uma nutrição mais balanceada, a Cibra oferece a linha CibraMix, fertilizante de fósforo enriquecido com micronutrientes, para distribuição otimizada e solubilidade, garantindo eficiência agronômica aumentada para o milho. Além disso, o insumo apresenta baixa segregação de grânulos, possibilitando maior fluidez e uma aplicação uniforme, com menos paradas para limpeza e manutenção dos implementos. Assim, promovendo mais equilíbrio químico do solo.

Para tornar a adubação ainda mais eficiente, Esper enfatiza que é fundamental fazer a análise do solo periodicamente, para diagnosticar as necessidades nutricionais e planejar as ações necessárias. “A avaliação do solo vai assegurar a escolha do fertilizante adequado, a dose necessária, o processo de aplicação e o momento certo para a adubação. Decisões que impactam diretamente na rentabilidade do produtor.”

Fonte: Assessoria de Comunicação Cibra

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

El Niño intensifica riscos climáticos e Coopercitrus reforça estratégia técnica para proteção do produtor rural

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Cenário climático exige maior planejamento no agro brasileiro

A intensificação do fenômeno climático El Niño acende um alerta no agronegócio brasileiro em 2026, com impactos diretos sobre a produção agrícola em diferentes regiões do País.

Entre os principais efeitos observados estão a ocorrência de secas nas regiões Norte e Nordeste, chuvas excessivas no Sul e distribuição irregular de chuvas no Centro-Oeste e Sudeste, o que eleva o nível de incerteza produtiva nas lavouras.

Diante desse contexto, a adoção de estratégias baseadas em antecipação, tecnologia e gestão de risco torna-se essencial para preservar produtividade e rentabilidade no campo.

Manejo e tecnologia são fundamentais para reduzir perdas

Segundo especialistas, o uso de práticas agronômicas preventivas tem papel decisivo para mitigar os impactos climáticos. Entre as principais recomendações estão o manejo pré-seca com micronutrientes, bioestimulantes, agentes biológicos e indutores de resistência, que ajudam a manter o potencial produtivo das culturas.

Na retomada das chuvas, o foco deve estar na reativação metabólica das plantas e na recuperação do desenvolvimento vegetativo, sem descuidar do controle fitossanitário.

“A implementação de estratégias bem estruturadas permite minimizar perdas, preservar a produtividade e sustentar a rentabilidade mesmo em condições climáticas adversas”, afirma Marcus Vinicius Pires Alves, gerente do Departamento Técnico da Coopercitrus.

Estratégias variam conforme cada cultura agrícola

As recomendações técnicas variam de acordo com o tipo de cultivo, especialmente em cenários de maior instabilidade climática.

  • Café e citros: Em culturas perenes, como café e citros, o manejo de floradas em áreas irrigadas é essencial para garantir pegamento e desenvolvimento adequado dos frutos. O monitoramento de pragas e doenças também exige atenção reforçada.
  • Cana-de-açúcar: Na cana-de-açúcar, o foco deve ser manter a atividade fisiológica da planta durante o período seco, preservando área foliar e sanidade. Com a chegada das chuvas, recomenda-se acelerar a reativação metabólica e reforçar o controle fitossanitário.
  • Cereais: Para grãos, a definição correta da janela de plantio é determinante. O uso de sementes de alto vigor e sanidade, aliado ao manejo nutricional e aplicação de bioestimulantes, favorece o estabelecimento uniforme da lavoura.

“Em anos com El Niño, o sucesso da produção depende diretamente da capacidade de adaptação e do uso de tecnologia aliada ao planejamento”, destaca Paulo Henrique Officiati da Silva, gerente comercial de sementes da Coopercitrus.

Gestão de risco e diversificação ganham importância

Entre as principais estratégias de mitigação recomendadas para cereais estão:

  • Planejamento climático com ajuste da janela de plantio
  • Escolha de cultivares mais rústicas e de ciclo adequado
  • Adoção de plantio direto e cobertura vegetal do solo
  • Monitoramento contínuo de pragas e doenças com manejo integrado
  • Diversificação de culturas para reduzir riscos produtivos
  • Uso de ferramentas de gestão de risco, como seguro rural e proteção de preços
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Nesse contexto, soluções financeiras e de proteção ganham protagonismo. A Fincoop oferece alternativas de seguro agrícola voltadas à proteção contra perdas climáticas, auxiliando o produtor na mitigação de riscos.

Coopercitrus reforça ecossistema completo de apoio ao produtor

A Coopercitrus reforça seu compromisso em apoiar o produtor rural com suporte técnico especializado e um portfólio integrado de soluções.

O ecossistema inclui insumos agrícolas, máquinas e implementos, combustíveis, saúde e nutrição animal, além do Shopping Rural e tecnologias digitais por meio do Campo Digital.

Em um cenário de maior volatilidade climática, a cooperativa destaca que antecipação e proteção são fatores estratégicos para garantir estabilidade produtiva e segurança financeira no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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