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Roteiro da cerveja artesanal na Argentina: Buenos Aires, Córdoba e Patagônia em destaque

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Argentina: cerveja além da bebida

Na Argentina, a cerveja artesanal é mais do que uma bebida: faz parte da cultura local. Polo de bares, fábricas e cervejarias, o país oferece experiências que combinam turismo e degustação em cidades como Buenos Aires, Córdoba e regiões da Patagônia. Santa Fe e San Juan também aparecem como destinos importantes nesse percurso cervejeiro.

Cada região explora estilos únicos, com diferenças de aroma, cor, corpo e ingredientes, incluindo ervas, frutas e chocolates, que tornam cada cerveja artesanal uma experiência diferenciada.

Buenos Aires: diversidade e inovação cervejeira

A capital argentina se destaca pelo amplo cardápio de cervejas: Lager, Pilsen, Stout, IPA, Abadia e Ale, com teores alcoólicos que variam de 3% a mais de 15%. Algumas receitas trazem sabores inusitados como café, pepino, frutas vermelhas ou mel.

Os bairros de Palermo, San Telmo, Recoleta, Chacarita e Villa Crespo concentram bares e pátios cervejeiros, como Desarmadero, Growlers, La Birreria, Charlone e Charlie Hops. Fora da capital, cidades como La Plata, Mar del Plata e Tandil oferecem experiências únicas, com visitas a fábricas e cervejarias renomadas, como Antares, Baum, Glück e Quarryman.

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Córdoba: Oktoberfest argentino e cervejas de autor

Em Villa General Belgrano, na província de Córdoba, ocorre o Oktoberfest argentino, celebrado em dois finais de semana de novembro de 2025 (14 a 16 e 21 a 24). O evento mistura cerveja, gastronomia típica, trajes tradicionais e música, atraindo milhares de turistas.

A região produz cervejas de autor, pequenas e com sabores exclusivos, muitas vezes usando produtos locais como o abeto-vermelho. Bares como Berlín, Brunnen Bier e Einwanderer Bier oferecem experiências autênticas.

Córdoba também se destaca por estilos próprios, como:

  • Pale Ale Cordobesa: tom âmbar, notas frutadas e final amargo;
  • Stout Andaluza: escura, intensa, com nuances de café e chocolate;
  • IPA Sierra Morena: aromática e amarga, ideal para paladares exigentes.
Patagônia: tradição e inovação artesanal

Na Patagônia, San Carlos de Bariloche é referência em cervejas artesanais, com cerca de 25 empreendimentos e produção anual superior a 1 milhão de litros. Entre as cervejarias destacam-se Manush, Bachmann, Wesley e Blest, cada uma com estilo próprio e atmosfera diferenciada.

A cerca de duas horas de carro pela Ruta 40, El Bolsón se consolida como capital nacional do lúpulo, ingrediente essencial da cerveja. A cidade promove, em fevereiro, a Festa Nacional do Lúpulo e abriga cervejarias como Beermania (AWKA) e Cervecería El Bolsón, onde é possível acompanhar todo o processo de produção.

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Um roteiro imperdível para amantes da cerveja

Do agito urbano de Buenos Aires às serras de Córdoba e à natureza exuberante da Patagônia, a Argentina oferece um roteiro completo para degustação, turismo e cultura cervejeira, reunindo tradições locais, inovação e diversidade de estilos.

Mais informações sobre experiências cervejeiras na Argentina podem ser conferidas na plataforma oficial de turismo:

Visit Argentina

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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