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Exportações de carne de frango na primeira semana de abril aceleram, mas ainda abaixo de 2023

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Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal nesta segunda-feira (8), as exportações de carne de aves e suas partes comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas na primeira semana de abril (cinco dias úteis) registraram um aumento significativo em relação ao final de março, embora ainda estejam abaixo dos números de abril de 2023.

Receita e Volume Embarcado

Até o momento deste mês, a receita gerada pelas exportações de carne de frango atingiu US$ 195.692,282, o que representa 25,38% do total arrecadado em todo o mês de abril de 2023, que foi de US$ 771.012,947. Quanto ao volume embarcado, as 107.393,395 toneladas equivalem a 26,32% do total registrado em abril do ano passado, que totalizou 407.886,975 toneladas.

Faturamento e Toneladas por Média Diária

A média diária de faturamento até o momento deste mês foi de US$ 39.138,456, indicando uma queda de 8,6% em relação a abril de 2023. No entanto, em comparação com a semana anterior, houve um aumento de 13,66%, alcançando US$ 34.434,217.

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No que diz respeito às toneladas por média diária, foram registradas 21.478,679, representando uma queda de 5,2% em comparação com o mesmo mês de 2023. Entretanto, em relação à semana anterior, houve um aumento de 9,78%, em comparação às 19.563,930 toneladas da semana passada.

Preço por Tonelada

O preço médio pago por tonelada, que atingiu US$ 1.822,200, é 3,6% inferior ao praticado em abril do ano passado. No entanto, em comparação com o valor da semana anterior, houve um crescimento de 3,5%, alcançando US$ 1.760,086.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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