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Rota do Leite: Visite Propriedades Leiteiras no Agroleite 2024

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O Agroleite 2024, que ocorrerá de 06 a 09 de agosto, traz como uma das grandes atrações a Rota do Leite. Essa iniciativa permitirá ao público explorar algumas das principais propriedades de pecuária leiteira em Castro, reconhecida como a Capital Nacional do Leite.

As visitas às propriedades acontecerão nos dias 06 e 07, durante manhã e tarde, e nos dias 08 e 09, apenas no período da manhã. A coordenação das visitas é realizada pela área de Negócios Leite da Castrolanda, que também oferecerá acompanhamento aos participantes.

Eduardo Ribas, gerente da área, destaca a diversidade e a qualidade das propriedades escolhidas para a Rota do Leite. “As fazendas variam em tamanho e capacidade de produção, mas todas se destacam pela eficiência em seus sistemas de trabalho,” afirma Ribas. A produção diária das propriedades visitadas varia de 1.800 a 15 mil litros de leite.

A inscrição para participar é gratuita e inclui transporte até as propriedades. Os interessados devem se inscrever pelo site do Agroleite, no menu “Inscrições Rota do Leite”, disponível em www.agroleitecastrolanda.com.br. As vagas são limitadas a 40 visitantes por fazenda. Recomenda-se que os participantes fiquem atentos à previsão do tempo e, em caso de chuva, levem guarda-chuva e botas. O local de embarque será no estacionamento ao lado do Parque de Forragens, no final da área de expansão do Castrolanda Expo Center, com a solicitação de comparecimento 15 minutos antes do horário marcado.

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Sob o tema “Horizontes em Sintonia”, o Agroleite 2024 será realizado no Castrolanda Expo Center e no Parque Dario Macedo, em Castro-PR. Este ano, o evento contará com mais de 300 expositores, um crescimento de 15% em relação à edição anterior. A expectativa é de um público de aproximadamente 120 mil visitantes durante os quatro dias, com uma programação técnica robusta e de alta qualidade. Todas as informações sobre a programação estão disponíveis no site www.agroleitecastrolanda.com.br e nas redes sociais @agroleitecastrolanda. O evento é aberto ao público e gratuito.

Parcerias e Patrocinadores Diamante: O Agroleite 2024 é realizado em parceria com a Prefeitura Municipal de Castro e o Governo do Estado do Paraná. Na categoria diamante, o evento conta com o apoio de empresas como Bouwman, Livestock & Agriculture, Cogent Brasil, Coonagro, Grupo Calpar, Hipra, Inpasa, Lely, MSD Saúde Animal, Nutron, Ourofino Saúde Animal, Pro Tork Agriculture, Sicredi, Tetra Pak e Vence Tudo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Sanidade animal em Goiás ganha reforço após reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa

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A sanidade animal voltou ao centro das atenções do setor pecuário goiano neste mês de maio, quando se completa um ano do reconhecimento internacional do Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A Agrodefesa reforçou o alerta sobre a necessidade de vigilância permanente no campo para garantir a manutenção do status sanitário conquistado e evitar prejuízos à pecuária nacional.

A agência lançou a Nota Técnica 1/2026, documento encaminhado às entidades representativas do setor produtivo, destacando a importância da vacinação, do manejo sanitário, do bem-estar animal e da adoção contínua de práticas preventivas nos rebanhos bovinos e bubalinos.

O objetivo é fortalecer a defesa agropecuária em Goiás e preservar a competitividade da carne brasileira nos mercados nacional e internacional.

Reconhecimento internacional amplia responsabilidade do setor pecuário

Segundo o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação representa uma conquista histórica para Goiás e para o agronegócio brasileiro, mas também aumenta a responsabilidade de todos os elos da cadeia produtiva.

“O reconhecimento internacional funciona como um selo de qualidade sanitária para os rebanhos brasileiros. No entanto, a manutenção desse status exige vigilância constante e fortalecimento das ações preventivas para evitar retrocessos”, destacou.

O Brasil recebeu oficialmente o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal em 29 de maio de 2025, durante assembleia realizada em Paris, na França.

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Goiás teve participação estratégica nesse processo devido à robustez de seu sistema de defesa sanitária animal. O último foco de febre aftosa no estado foi registrado em agosto de 1995.

Vacinação contra brucelose segue obrigatória e estratégica

Mesmo após o fim da vacinação contra aftosa, a Agrodefesa reforça que outras imunizações continuam fundamentais para proteger os rebanhos e a saúde pública.

A vacinação contra brucelose bovina e bubalina permanece obrigatória para fêmeas entre 3 e 8 meses de idade e deve ser realizada exclusivamente por médico-veterinário cadastrado.

De acordo com o diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, a medida é indispensável para evitar a disseminação da doença, considerada uma zoonose de impacto econômico e sanitário.

Além da obrigatoriedade, a agência também recomenda que os produtores mantenham programas preventivos complementares, reduzindo riscos de perdas produtivas e aumento dos custos com tratamentos veterinários.

Manejo sanitário e bem-estar animal ganham protagonismo

A Nota Técnica 1/2026 também destaca a importância dos manejos sanitários periódicos como ferramenta essencial para a detecção precoce de doenças e fortalecimento da vigilância epidemiológica.

Entre as orientações reforçadas pela Agrodefesa estão:

  • Cumprimento rigoroso das vacinações obrigatórias;
  • Adoção de práticas preventivas complementares;
  • Monitoramento frequente dos animais;
  • Investimentos em bem-estar animal;
  • Uso racional de antimicrobianos;
  • Fortalecimento da assistência veterinária no campo.
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Segundo a gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Denise Toledo, a redução das práticas preventivas pode elevar a vulnerabilidade sanitária dos rebanhos, além de comprometer a eficiência econômica da atividade pecuária.

Ela ressalta que boas condições de manejo, alimentação adequada e redução do estresse contribuem diretamente para fortalecer o sistema imunológico dos animais e reduzir a incidência de enfermidades.

Preservação do status sanitário depende de ação conjunta

A Agrodefesa também pediu apoio das entidades representativas do agronegócio para ampliar a divulgação das orientações junto aos produtores rurais.

A agência reforça que a preservação do status sanitário conquistado depende da atuação integrada entre pecuaristas, médicos-veterinários, cooperativas, indústria de insumos veterinários, assistência técnica e órgãos de fiscalização.

O reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação abriu novas oportunidades para a pecuária brasileira no mercado global, fortalecendo as exportações de carne bovina e ampliando o acesso a mercados mais exigentes.

Com isso, o setor produtivo passa a conviver com um cenário de maior responsabilidade sanitária, no qual prevenção, rastreabilidade e vigilância permanente se tornam fatores decisivos para a sustentabilidade da pecuária nacional.

Nota Técnica nº 1/2026-Agrodefesa-Gesan

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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