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Curso do Senar/SC Incentiva Inovação na Produção de Derivados do Leite entre Produtoras Rurais de SC

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), oferece uma série de cursos gratuitos para o meio rural, com o objetivo de capacitar produtores e trabalhadores e, assim, agregar valor às suas atividades e aumentar a qualidade e eficiência produtiva.

Esses cursos, organizados em colaboração com os Sindicatos Rurais, abrangem diversas áreas da agropecuária e atendem a diferentes regiões do estado. Um exemplo recente é o curso de Derivados do Leite, realizado no Parque Remate, em São José do Cerrito. Com apoio do Sindicato Rural local e do Sicoob, o curso foi ministrado pela instrutora Simone Burím de Oliveira, reunindo mulheres produtoras da região para uma capacitação de 16 horas.

Durante o treinamento, foram ensinadas técnicas de aproveitamento do leite, como o corte correto da massa de coalhada, essencial para aumentar o rendimento dos queijos em até 20%. As participantes aprenderam a preparar diversos produtos, como queijo muçarela, queijo colonial, queijo minas frescal, ricota, petit suisse, iogurte e até mesmo doce de leite em sabores variados.

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O presidente do Sindicato Rural de São José do Cerrito, Zito Rogério Bittencourt, destacou a satisfação das participantes, que pretendem aplicar as técnicas aprendidas em suas propriedades. O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, ressaltou que além de agregar valor aos produtos, essas capacitações promovem a inovação nas propriedades rurais, fortalecendo o setor agropecuário catarinense.

Sobre os Cursos do Senar/SC

Somente em outubro, o Senar/SC oferecerá aproximadamente 430 cursos gratuitos para produtores e trabalhadores rurais. A iniciativa, em parceria com os Sindicatos Rurais catarinenses, visa modernizar e aperfeiçoar as atividades no campo. As capacitações fazem parte dos programas de Formação Profissional Rural (FPR) e Promoção Social (PS), abrangendo temas como agricultura, pecuária, aquicultura, saúde, educação e artesanato.

Para mais informações sobre os cursos, datas e locais, consulte a agenda no site do Senar/SC: sistemafaesc.com.br. As inscrições podem ser feitas diretamente nos Sindicatos Rurais da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nutrição das maçãs do algodão é decisiva para alta produtividade na safra 2025/26

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O manejo nutricional adequado durante a fase reprodutiva do algodão será determinante para o desempenho da safra 2025/26. Em um cenário de alta relevância econômica da cultura, falhas na nutrição das plantas podem impactar diretamente a produtividade, a qualidade da fibra e a rentabilidade do produtor.

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de algodão deve superar 4 milhões de toneladas nesta temporada, com exportações estimadas em 3,06 milhões de toneladas e cerca de 730 mil toneladas destinadas ao consumo interno. Para alcançar esse patamar, especialistas reforçam a importância do manejo eficiente entre a floração e a formação das maçãs — fase considerada crítica no ciclo da cultura.

De acordo com Bruno Neves, gerente técnico e de marketing da BRQ Brasilquímica, é nesse estágio que ocorre o enchimento das estruturas que darão origem à pluma, definindo o peso, o rendimento e o padrão tecnológico da fibra.

“Uma deficiência nutricional nesse período pode provocar abortamento de estruturas reprodutivas, reduzir a retenção de frutos e comprometer o peso final da pluma”, explica.

Macronutrientes são base para formação e enchimento das maçãs

Entre os nutrientes essenciais, o enxofre (S) tem papel fundamental na formação de aminoácidos e proteínas, indispensáveis ao desenvolvimento das cápsulas do algodão. Já o nitrogênio (N) atua na formação das maçãs e na manutenção da fotossíntese foliar.

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O potássio (K), por sua vez, é determinante para a retenção dos frutos, o enchimento das maçãs e o alongamento das fibras — características diretamente ligadas à qualidade da pluma.

Micronutrientes influenciam pegamento e qualidade da fibra

Além dos macronutrientes, o manejo de micronutrientes também exige atenção. O boro (B) é essencial para a formação da parede celular e o pegamento das flores, contribuindo para a redução de perdas por abortamento.

Já o cálcio (Ca) e o magnésio (Mg) atuam no fortalecimento das estruturas das maçãs, auxiliando na prevenção de apodrecimento e favorecendo o enchimento adequado por meio da eficiência fotossintética.

“O planejamento nutricional deve considerar análise de solo, monitoramento foliar e estratégias de aplicação ao longo do ciclo, garantindo oferta contínua de nutrientes”, reforça Neves.

Tecnologias nutricionais ganham espaço no campo

Com a intensificação tecnológica no agronegócio, soluções nutricionais especializadas têm avançado nas lavouras. A BRQ Brasilquímica, com mais de três décadas de atuação, destaca produtos voltados ao aumento da eficiência nutricional e ao suporte nas fases críticas do cultivo.

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Entre as opções, o fertilizante líquido QualyFol Boro 10 oferece alta eficiência na absorção foliar de boro, com liberação gradual ao longo do ciclo. Já o QualyFol SK 30.30 combina enxofre e potássio em alta concentração, atendendo à demanda nutricional das plantas durante o enchimento das maçãs.

Segundo Renan Cardoso, CEO da empresa, a adoção de tecnologias nutricionais é um diferencial competitivo no campo.

“Investimos em soluções que aliam eficiência, praticidade e impacto direto nas fases mais sensíveis da cultura. O objetivo é garantir produtividade elevada, sustentabilidade e maior competitividade ao produtor”, afirma.

Planejamento é chave para o sucesso da safra

Diante dos desafios climáticos e da busca por maior eficiência produtiva, o manejo nutricional estratégico se consolida como um dos pilares para o sucesso da safra de algodão 2025/26. A correta nutrição das maçãs, especialmente, pode ser o fator decisivo entre uma produção mediana e resultados de alta performance no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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