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Rio Grande do Sul mantém a terceira posição nas exportações brasileiras de carne de frango

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A despeito de continuar com suas atividades avícolas profundamente afetadas em decorrência das intempéries climáticas dos últimos meses, o Rio Grande do Sul mantém sua posição de terceiro maior exportador da carne de frango brasileira.

É verdade que, fechando os sete primeiros meses de 2024, exportou volume que representa queda de 5% sobre idêntico período de 2023. Mas boa parte dessa queda é devida à perda de ritmo da demanda internacional e afeta outros estados da Federação. Além disso, o Estado já vinha enfrentando reduções anteriores ao cataclisma.

Neste ano (e até julho), em apenas duas ocasiões as exportações gaúchas foram superiores às do mesmo mês de 2023: em fevereiro e em abril. Em decorrência, o primeiro trimestre de 2024 foi encerrado com uma redução de quase 10% sobre idêntico período de 2023, enquanto no segundo trimestre (período do “dilúvio”) o volume embarcado permaneceu estável, com pequeno ganho anual (+0,2%).

Mesmo assim cabe perguntar: e o temido efeito Newcastle? Sem dúvida será sentido neste mês. E não só no Rio Grande do Sul, mas também na maioria dos estados exportadores, pois, honrando itens dos acordos firmados com os compradores externos, o Brasil suspendeu parcial ou totalmente as exportações para diversos países, entre eles os principais compradores da carne de frango brasileira.

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México e China já reabriram suas portas ao produto brasileiro, mas ambos vetam, momentaneamente, a entrada da carne de frango do Rio Grande do Sul. Ou seja: a reabertura plena deve ocorrer ainda em agosto.

Mas deve deixa alguns buracos nas exportações gaúchas e brasileiras.

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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