AGRONEGÓCIO

RiceTec recebe visita de representantes do setor orizícola da Colômbia

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Nesta semana, a RiceTec recebeu a visita de produtores de arroz, agrônomos, consultores e indústrias da Colômbia. Os visitantes fizeram um tour pelo Rio Grande do Sul – maior produtor do grão no país – visitando as áreas de híbridos da RiceTec no Norte e Sul do estado.

Segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), o arroz é o cereal mais cultivado na Colômbia. Em termos econômicos, o arroz ocupa o primeiro lugar entre os cultivos de ciclo curto. Por isso, o interesse dos produtores colombianos na produção de arroz brasileira. O país caribenho também é um importante produtor de arroz das Américas, ocupando o quarto lugar em produção, atrás apenas de Brasil, Estados Unidos e Peru.

A RiceTec, multinacional referência mundial no desenvolvimento de sementes de arroz, apresenta atualmente três plataformas de produtos, com destaque para as tecnologias Max-Ace® e FullPage®, além de seus materiais convencionais.

Uma das áreas visitadas pelo grupo colombiano foi em Jaguarão, no Sul do estado, em área com o material XP739 FullPage. A tecnologia conta com bom potencial produtivo, qualidade industrial, tolerância ao acamamento, eficiente resposta a adubação e com ciclo de 120 dias. A tecnologia FullPage® representa uma geração de sementes de arroz com tolerância a herbicidas do grupo químico das imidazolinonas (IMI).

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Já a tecnologia Max-Ace® apresenta mais controle, mais seletividade, precocidade e tolerância a brusone, além da genética tolerante ao herbicida Acert® da ADAMA, que proporciona o controle de arroz vermelho e capim arroz resistentes a ALS.

O compartilhamento das experiências tende a resultar no avanço das políticas agrícolas para o setor orizícola de ambos os países.

Fonte: RiceTec Sementes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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