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Relatório da FAESP aponta produção de 307 milhões de caixas de laranja na safra 2023/24

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A FAESP está divulgando o relatório “Acompanhamento da Safra de Laranja – 4ª Estimativa”, elaborado pelo Departamento Econômico da FAESP, com base em dados da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES), realizada pelo Fundecitrus em parceria com Markestrat, FEA-RP/USP e FCAV/UNESP.

O relatório aponta uma previsão de 307,22 milhões de caixas de laranja na safra corrente do Cinturão Citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, quase 7 milhões de caixas a menos que na safra anterior.

O ritmo da colheita nessa safra é consideravelmente mais acelerado que o da safra 2022/23. Em janeiro desse ano 95% dos frutos haviam sido colhidos, mas no mesmo período do ano passado a colheita atingia 88%.

O adiantamento da colheita foi uma medida importante para evitar perdas maiores na safra, mas acarretou a redução do tempo das laranjas no campo, afetando seu desenvolvimento e, consequentemente, seu tamanho: o peso médio dos frutos neste ciclo é estimado em 160 g, valor menor que a média dos últimos dez anos, de 163 g. Além do adiantamento, questões climáticas e o agravamento do greening impactaram a safra 2023/24.

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Para informações adicionais, por região e variedade de laranja, faça o download do relatório completo neste link. Confira também o Painel de Dados do site da FAESP, que disponibiliza relatórios relevantes sobre o setor agropecuário.

Fonte: Faesp

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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