AGRONEGÓCIO

Rehagro desenvolve academia de sustentabilidade para o Rabobank

Publicado em

O Rehagro, instituição referência em educação para o agronegócio, vai treinar mais de 100 colaboradores do Rabobank, líder global em soluções financeiras para o agro. Batizado como “Sustainability Academy”, o programa foi desenhado sob medida para atualizar os conhecimentos dos colaboradores do banco em temas ligados à sustentabilidade, preparando-os para lidar com questões cada vez mais presentes no campo e para permitir que eles estabeleçam uma comunicação mais alinhada com os produtores rurais.

“A adoção de práticas sustentáveis na produção agropecuária já é importante hoje e será crucial no futuro devido à ligação direta do setor com o meio ambiente, a sociedade e a economia”, explica André Bruzzi, gerente nacional corporativo do Rehagro. “Cada vez mais o agronegócio busca alto desempenho produtivo em equilíbrio com a conservação dos recursos naturais e a biodiversidade. A grande modernização que vem ocorrendo nas práticas do agro permite esse equilíbrio e gera a necessidade de atualização de toda a cadeia”, diz o gerente. “Entender essa realidade é necessário para todo mundo, incluindo o setor financeiro.”

Leia Também:  Suplementação Lipídica como Estratégia para Melhorar o Desempenho de Vacas Leiteiras no Pós-parto e Lactação

Com aulas on-line e presenciais, o curso trata de temas como mudanças climáticas, agenda ONU, conceitos ESG, Nature Based Solutions, mercado de carbono, agricultura circular e regenerativa e outros. As aulas começam neste mês de março e terminam em julho, quando acontecem workshops presenciais, com apresentação de cases bem-sucedidos no setor. As aulas serão ministradas por técnicos e especialistas do Rehagro, que combinam suas atividades de ensino com consultoria prática prestada a produtores em todo o país.

Cursos corporativos em alta

O importante contrato com o Rabobank ocorre em um momento de grande crescimento da área de cursos corporativo do Rehagro. Em 2023, por exemplo, cursos do Rehagro dedicados a laticínios, frigoríficos, produtores de insumos, sementes e implementos, entre outras áreas de atividade, registraram crescimento de 88%.

Segundo Bruzzi, já são mais de 12 mil pessoas do mundo corporativo do agronegócio treinadas pelo Rehagro. Ele avalia que esses números refletem a crescente importância da agropecuária brasileira, que responde atualmente por cerca de 25% do PIB do país e que realiza negócios com o mundo inteiro. “O agro está cada vez mais forte, mais tecnificado, mais sofisticado, mais regulado, e as atualizações técnica, legal e de gestão tornaram-se essenciais para empresas que atuam no setor e que precisam desenvolver equipes de alta performance”, analisa ele.

Leia Também:  Senado retoma hoje análise do projeto que cria o marco regulatório para o mercado de crédito de carbono

“Cada empresa tem sua necessidade, por isso esses cursos corporativos são desenhados sob medida”, diz Bruzzi. Envolvem questões técnicas voltadas a atividades agrícolas, gerenciais (estratégia, inovação, gestão de pessoas, compliance, finanças, sucessão) e em técnicas e gestão de vendas. “O agro é um grande negócio e precisa ser visto dessa forma”, afirma ele.

Fonte: Rehagro

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

Published

on

O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

Leia Também:  Arquiteta expande seu escritório e marcenaria pela segunda vez com apoio da Desenvolve MT

Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

Leia Também:  Exporta Mais Amazônia: ApexBrasil Promove Negócios Internacionais em Belém

A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA