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Reflorestar neutraliza contrato com créditos de carbono e reforça compromisso ESG

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A Reflorestar Soluções Florestais tornou-se a primeira prestadora de serviços florestais do país a neutralizar integralmente as emissões de carbono de um contrato de prestação de serviços. Atuando desde a silvicultura até a logística, a empresa reforça seu compromisso com a descarbonização e a agenda ESG, por meio de um inventário completo de Gases de Efeito Estufa (GEE) e aquisição de créditos de carbono certificados.

Inventário rigoroso com metodologia reconhecida internacionalmente

A neutralização das emissões foi realizada com base em um contrato de carregamento de madeira executado no Sul da Bahia em 2022. O inventário voluntário considerou as emissões dos três escopos: diretas (como queima de combustível na frota própria), indiretas (consumo de energia elétrica) e emissões de terceiros (transporte e descarte de resíduos). A metodologia utilizada foi o GHG Protocol, com consultoria ambiental certificada pela plataforma Verra.

No total, foram compensadas 2.268 toneladas de CO₂ equivalente, com o principal fator emissor sendo o consumo de combustível dos veículos operacionais.

Compromisso ambiental e diferencial competitivo

Segundo Igor Dutra de Souza, diretor florestal da Reflorestar, a iniciativa representa um marco para a empresa: “Mais do que um compromisso ambiental, é uma sinalização clara de que estamos preparados para atender a um mercado que valoriza a sustentabilidade. Esse é um passo importante que queremos replicar em outros contratos.”

André Henrique de Paula, gerente de Segurança e Qualidade, destaca o rigor técnico do processo: “A neutralização é fruto de um trabalho criterioso, baseado em dados confiáveis e metodologias transparentes, alinhado à nossa política de segurança, qualidade e meio ambiente.”

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Créditos investidos em projeto certificado e alinhado aos ODS da ONU

Os créditos adquiridos foram investidos no projeto BAESA, que gera energia limpa e é certificado por sua efetiva contribuição na mitigação das mudanças climáticas. O projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente nas áreas de energia limpa (ODS 7), trabalho decente e crescimento econômico (ODS 8), cidades sustentáveis (ODS 11), ação climática (ODS 13) e vida terrestre (ODS 15).

Pioneirismo e inspiração para o setor florestal

Desde 2021, a Reflorestar tem investido em tecnologia e eficiência energética focadas na redução das emissões. Com essa ação pioneira, a empresa espera inspirar outras organizações do setor a adotarem práticas similares.

Igor Souza reforça: “A neutralização de carbono deixa de ser tendência para se tornar um diferencial competitivo. Estamos comprometidos com um modelo de operação que gera impacto positivo ambiental, social e econômico, e queremos que esta iniciativa se torne referência no mercado.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Etanol volta a ser mais vantajoso que a gasolina em junho após queda de preços, aponta levantamento da Veloe/Fipe

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O etanol voltou a oferecer maior vantagem econômica em relação à gasolina para os proprietários de veículos flex em junho. Levantamento do Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, desenvolvido com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mostra que a relação entre os preços médios do etanol e da gasolina caiu para 67,9%, o menor nível registrado desde março de 2024 e abaixo do patamar de 70%, considerado referência para tornar o biocombustível mais vantajoso.

O resultado representa uma mudança importante no mercado de combustíveis, após meses em que essa relação permaneceu próxima ou acima do limite considerado ideal para o abastecimento com etanol.

Oferta maior de etanol impulsiona competitividade

A principal razão para a melhora na competitividade foi a queda de 4,7% no preço médio do etanol hidratado em relação a maio, o maior recuo entre todos os combustíveis monitorados.

Em junho, o litro do etanol foi comercializado, em média, por R$ 4,265 no Brasil. Nas capitais, o valor médio ficou em R$ 4,425.

O movimento acompanha o avanço da moagem da safra 2026/27 de cana-de-açúcar no Centro-Sul, que elevou a oferta do biocombustível e aumentou sua competitividade frente à gasolina.

Nas capitais brasileiras, a relação entre etanol e gasolina também melhorou, alcançando 68,5%, embora ainda existam diferenças regionais na viabilidade econômica do combustível.

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Gasolina e diesel também recuam em junho

Os combustíveis derivados do petróleo também apresentaram redução de preços ao longo do mês, porém em intensidade menor.

A gasolina comum registrou queda de 0,3%, encerrando junho com preço médio de R$ 6,727 por litro. A gasolina aditivada teve retração semelhante, chegando a R$ 6,866.

Entre os combustíveis destinados ao transporte de cargas, o diesel comum caiu 2%, sendo comercializado a R$ 6,988 por litro, enquanto o diesel S-10 recuou 1,4%, para R$ 7,111.

O único combustível que apresentou alta foi o GNV (Gás Natural Veicular), cujo preço médio aumentou 1,4%, atingindo R$ 4,654 por metro cúbico.

Diesel ainda lidera altas acumuladas em 2026

Apesar da sequência de quedas observada nos últimos dois meses, o acumulado de 2026 ainda revela forte pressão sobre os derivados de petróleo.

O diesel continua sendo o combustível com maior valorização no ano:

  • Diesel S-10: +15,1%
  • Diesel comum: +14,1%
  • Gasolina comum: +7,1%
  • Gasolina aditivada: +6,8%

Na contramão, o etanol é o único combustível que apresenta queda acumulada no primeiro semestre, com recuo de 4,7%.

Comparação com junho de 2025 mantém tendência

Na comparação anual, os combustíveis fósseis continuam mais caros.

Em relação a junho de 2025, os preços acumulam:

  • Diesel S-10: +16%
  • Diesel comum: +15%
  • Gasolina comum: +6,6%
  • Gasolina aditivada: +6,2%
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Já o etanol registra queda de 0,9% em 12 meses, enquanto o GNV acumula redução de 3,4%.

Cenário internacional segue influenciando os combustíveis

Segundo Mauro Kondo, superintendente de Negócios B2B da Veloe, o mercado iniciou um processo de estabilização, embora as pressões acumuladas ao longo do primeiro semestre ainda estejam presentes.

De acordo com o executivo, a principal mudança ocorreu justamente no etanol, cuja maior disponibilidade elevou sua competitividade frente à gasolina, enquanto os derivados do petróleo continuam sendo influenciados tanto pelo mercado internacional quanto pela dinâmica dos repasses internos.

O levantamento destaca que a queda dos preços do etanol foi favorecida pelo avanço da safra brasileira de cana-de-açúcar, enquanto o mercado internacional de petróleo apresentou um ambiente menos pressionado após a redução parcial dos riscos logísticos relacionados ao transporte marítimo pelo Estreito de Hormuz.

Demanda elevada limita quedas maiores

Apesar da melhora observada em junho, o estudo aponta que a demanda doméstica continua sustentando os preços dos combustíveis.

O bom nível de atividade econômica e o elevado volume de transporte rodoviário mantêm o consumo aquecido, reduzindo a velocidade dos repasses das quedas de custos ao consumidor final e limitando reduções mais expressivas nos preços praticados nos postos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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