AGRONEGÓCIO

Mercado de Açúcar Encerra Semana em Baixa com Influência da Desvalorização do Real

Publicado em

Os contratos futuros de açúcar encerraram a semana em baixa, influenciados pela desvalorização do Real frente ao Dólar. Essa depreciação da moeda brasileira tende a favorecer as exportações, considerando que o Brasil é o maior produtor e exportador mundial da commodity.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato de açúcar bruto para março de 2025 foi negociado na sexta-feira (1º) a 22,07 centavos de dólar por libra-peso, registrando uma queda de 67 pontos, ou 2,9%, em relação aos valores do dia anterior. Já o contrato para maio de 2025 foi cotado a 20,50 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 55 pontos. Outros contratos também apresentaram queda, variando entre 27 e 47 pontos.

Queda em Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou em baixa para todos os lotes. O contrato para dezembro de 2024 foi comercializado a 558 dólares por tonelada, com queda de 18,50 dólares, equivalente a uma desvalorização de 3,2% em relação ao dia anterior. Os demais contratos variaram entre 7,70 e 15,40 dólares de queda por tonelada.

Leia Também:  Necessidade de duas safras de 2 milhões de toneladas de cacau para sanar déficit global
Mercado Interno

No mercado doméstico, em contrapartida, houve uma leve alta nas cotações do açúcar cristal, medida pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na sexta-feira, o preço da saca de 50 quilos foi negociado pelas usinas a R$ 164,66, frente a R$ 163,79 na quinta-feira, representando um aumento de 0,53% no comparativo diário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

Published

on

As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

Leia Também:  Hoje é Dia: semana lembra os 50 anos do Hip Hop

O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

Leia Também:  Crescimento de plantas daninhas afeta a qualidade das pastagens durante a temporada de chuvas

Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA