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Reflorestar investe em treinamento comportamental para colaboradores

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A Empresa Reflorestar Soluções Florestais está aprimorando a capacitação e o desenvolvimento das habilidades comportamentais dos seus colaboradores. O treinamento ICAP – Inteligência Comportamental Aplicada à Performance – começou a ser ofertado na empresa em 2021 e já está transformando a realidade dos participantes. Cerca de 130 pessoas estão no projeto, de diretores a auxiliares administrativos.

“Somos uma empresa focada em pessoas, amparada pela tecnologia e orientada pela sustentabilidade. Para entregar a melhor solução florestal para o nosso cliente, precisamos primeiramente cuidar da nossa equipe. Com este treinamento, estamos tendo colaboradores cada vez mais alinhados com os valores e cultura que defendemos”, garante o diretor florestal da Reflorestar, Igor Dutra de Souza.

A gerente de Recursos Humanos, Olívia Mislene de Souza Queiroz, já vê a mudança no time. “Muitas pessoas estão enxergando potencialidades, antes adormecidas, e percebendo a necessidade de serem empáticas e de exercerem uma comunicação não violenta, seja na vida profissional ou pessoal”. Ela diz que é um exemplo dessa transformação. “Trabalho há 20 anos na empresa e nunca me vi como gerente. Depois do ICAP, percebi que poderia contribuir mais com a Reflorestar e que eu tinha habilidades para exercer a função”, comenta Olívia, que está há nove meses no cargo.

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Já para Cláudio Adão de Carvalho, supervisor florestal, o treinamento foi capaz de ensiná-lo metodologias para lidar com as pessoas e ter um melhor controle emocional. “Eu aprendi a ouvir as pessoas ao meu redor. Todos têm sentimentos e não conseguimos nada sozinhos. Somos uma equipe e vamos crescer juntos, seja no trabalho, seja na vida”.

Treinamento

Os colaboradores da Reflorestar já participaram do treinamento comportamental do ICAP no Módulo 1 – Liderança Empreendedora (LE), Módulo 2 – Resultados em Performance, Vivencial 1 e 2 (RP 1 e 2), Próximo Nível 1 ao 5 (PN 1 ao 5), além do Módulo Especial – Fale Bem. O curso é desenvolvido para colaboradores de todas as unidades da empresa em Minas Gerais, na Bahia e no Mato Grosso do Sul. O ICAP é ministrado pela Imagine Inteligência Empreendedora.

A intenção do treinamento é melhorar as habilidades interpessoais dos colaboradores e formar equipes altamente eficientes ao incentivar o crescimento de suas competências comportamentais. Isso resulta em alta performance no desempenho profissional e pessoal.

Fonte: Reflorestar

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preço baixo do arroz ameaça sustentabilidade da cadeia e acende alerta para produtores e indústrias

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A redução do preço do arroz ao consumidor tem ampliado as preocupações sobre o equilíbrio econômico da cadeia produtiva. Apesar de beneficiar temporariamente os consumidores, valores muito baixos podem pressionar produtores, indústrias e distribuidores quando deixam de acompanhar os custos acumulados ao longo do processo de produção e comercialização.

Segundo Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, o principal desafio do setor arrozeiro não está em vender cada vez mais barato, mas em garantir uma cadeia sustentável, capaz de manter qualidade, investimentos e segurança no abastecimento.

“O preço baixo nas prateleiras pode esconder desequilíbrios importantes entre o valor recebido pelo produto e todos os custos envolvidos até a chegada ao consumidor final”, avalia o executivo.

Custos de produção e processamento pressionam margens do arroz

O arroz beneficiado envolve uma série de etapas antes de chegar ao varejo. O processo inclui aquisição do arroz em casca, beneficiamento, classificação, embalagem, transporte, impostos, armazenagem e despesas comerciais.

Quando o preço final não cobre adequadamente esses custos, a pressão financeira acaba sendo distribuída entre os diferentes elos da cadeia, reduzindo margens e limitando investimentos.

De acordo com a avaliação do setor, o problema não está nas empresas que conseguem reduzir custos por meio de tecnologia, gestão eficiente e ganhos de produtividade. O alerta está relacionado a disputas comerciais baseadas exclusivamente em preços baixos, sem considerar a estrutura necessária para manter a atividade.

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Arroz depende de uma cadeia produtiva estruturada

Antes de chegar à mesa do consumidor, o arroz percorre uma longa trajetória que envolve diversas etapas:

  • preparo e manejo das lavouras;
  • irrigação e tratos culturais;
  • colheita;
  • secagem;
  • armazenagem;
  • classificação dos grãos;
  • beneficiamento;
  • embalagem;
  • transporte e distribuição.

Cada fase exige investimentos, mão de obra, equipamentos e planejamento para garantir qualidade e regularidade no fornecimento.

A redução contínua da rentabilidade pode comprometer a capacidade das empresas de modernizar instalações, investir em tecnologia e manter padrões elevados de produção.

Margens menores podem afetar inovação e competitividade do setor

A perda de rentabilidade por períodos prolongados representa um risco para a estrutura da cadeia arrozeira. Empresas com histórico de atuação no mercado podem enfrentar dificuldades para renovar equipamentos, ampliar eficiência operacional e acompanhar novas demandas dos consumidores.

Além disso, produtores rurais podem ser impactados pela menor capacidade de investimento em tecnologia, manejo e aumento de produtividade.

Para especialistas, a sustentabilidade do setor depende de um equilíbrio entre preço competitivo e remuneração adequada para todos os participantes da cadeia.

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Mudança no consumo aumenta desafios para o mercado de arroz

A pressão sobre o setor ocorre em um cenário de transformação dos hábitos alimentares dos consumidores.

O avanço dos alimentos ultraprocessados, mudanças nas preferências nutricionais e a redução do consumo de carboidratos associada ao uso crescente de medicamentos para controle de peso também influenciam a demanda por arroz.

Diante desse ambiente, o setor busca alternativas para estimular o consumo e fortalecer o posicionamento do produto no mercado.

Eficiência e agregação de valor são caminhos para o futuro do arroz

A avaliação da cadeia produtiva é que a competitividade do arroz não deve depender apenas da redução de preços, mas principalmente de ganhos de eficiência, diferenciação e valorização do produto.

Estratégias como inovação, melhoria da produtividade, fortalecimento das marcas e comunicação com o consumidor podem contribuir para recuperar demanda e garantir maior estabilidade ao mercado.

O desafio do setor arrozeiro é construir um modelo sustentável, no qual produtores, beneficiadores, varejistas e consumidores sejam atendidos sem comprometer a continuidade da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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