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Cotações do Milho Sobem na B3 Nesta Quarta-feira

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Na manhã desta quarta-feira, as cotações futuras do milho começaram a sessão com valorizações na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 09h35 (Horário de Brasília), os contratos registravam ganhos entre 0,11% e 0,30%.

O contrato com vencimento em julho de 2024 estava sendo negociado a R$ 57,36 por saca, com um aumento de 0,30%. O contrato para setembro de 2024 subiu 0,18%, sendo negociado a R$ 60,71 por saca. Já o contrato de novembro de 2024 registrava um incremento de 0,11%, chegando a R$ 64,57 por saca, enquanto o contrato de janeiro de 2025 estava cotado a R$ 68,18 por saca, com um avanço de 0,13%.

Estabilidade no Mercado Interno

Segundo a consultoria Agrifatto, a combinação de uma retração nas vendas devido ao progresso da colheita e o interesse dos exportadores manteve o preço da saca de milho na praça paulista estável, em torno de R$ 58,00 por saca. “Pequenas oscilações positivas foram observadas nos futuros de milho durante a última terça-feira na B3, reagindo à valorização das cotações externas da commodity e à estabilidade do dólar”, destacou a Agrifatto.

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Bolsas Americanas Fechadas

Devido ao feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, as bolsas de Chicago e Nova York estão fechadas para negociações nesta quarta-feira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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