AGRONEGÓCIO

Reflorestar Investe em Tecnologia e Sustentabilidade para Liderar o Setor Florestal no Brasil

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Fundada em 2004, na cidade de Turmalina, no Vale do Jequitinhonha (MG), a Reflorestar Soluções Florestais consolidou-se como referência nacional no setor florestal. Reconhecida como a única prestadora de serviços no Brasil a oferecer uma cadeia florestal totalmente mecanizada – do plantio à colheita e carregamento de madeira –, a empresa investiu mais de R$ 40 milhões em tecnologia desde 2021, com o objetivo de ampliar sua atuação e reforçar sua liderança no mercado.

Silvicultura e Soluções Completas

A silvicultura, prática que envolve o plantio e o manejo sustentável de florestas, foi a mais recente adição ao portfólio da Reflorestar. Com isso, a empresa passou a oferecer uma solução integrada para seus clientes. “Já éramos consolidados na colheita mecanizada e no carregamento de madeira. Ao incluir a silvicultura, nos tornamos capazes de atender todas as etapas do processo florestal, agregando ainda mais valor aos nossos serviços”, destaca Humberto Godinho, sócio-diretor da empresa.

Avanços Tecnológicos

A Reflorestar tem intensificado investimentos em tecnologia, buscando os equipamentos mais avançados para o setor florestal. Nos últimos meses, equipes da empresa visitaram países como China, Alemanha, Canadá, Áustria e Itália para negociar soluções que prometem aumentar a eficiência e reduzir o impacto ambiental. “Estamos em constante diálogo com os principais fabricantes globais de maquinários. Nosso objetivo é trazer inovações que combinem produtividade, segurança e confiabilidade operacional, sempre alinhadas a um manejo mais sustentável”, explica Godinho.

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Compromisso com a Sustentabilidade

A modernização do parque de máquinas tem sido uma prioridade para a Reflorestar, resultando em expressivos ganhos ambientais. Entre 2021 e 2023, a substituição de equipamentos antigos por modelos mais eficientes reduziu o consumo de 330 mil litros de diesel e evitou a emissão de mais de 850 toneladas de CO2. “Essas ações demonstram que é possível equilibrar alta performance e respeito ao meio ambiente. Esse compromisso com o futuro é uma de nossas maiores prioridades”, reforça o sócio-diretor.

Expansão e Impacto Nacional

Ao longo de 20 anos, a Reflorestar evoluiu de uma operação focada no plantio manual e colheita de eucaliptos para uma empresa que atua em diversos estados brasileiros, incluindo Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Atualmente, emprega mais de 230 pessoas e continua a liderar processos de inovação na cadeia florestal. “Nosso crescimento está diretamente ligado ao sucesso de nossos clientes. Transformar desafios em oportunidades é um princípio que nos guia desde o início e continuará a nortear nosso futuro”, conclui Godinho.

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Com uma trajetória marcada por inovação, sustentabilidade e excelência operacional, a Reflorestar permanece comprometida em moldar o futuro do setor florestal no Brasil, destacando-se como um modelo de transformação e responsabilidade ambiental.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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