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Reestimação da Safra de Laranja 2024/25 Prevê Produção de 228,52 Milhões de Caixas no Cinturão Citrícola de SP e MG

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A terceira reestimativa da safra de laranja 2024/25, divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Fundecitrus, indica uma produção de 228,52 milhões de caixas de 40,8 kg no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro. O volume representa um aumento de 2,4% em relação à estimativa anterior, de 223,14 milhões de caixas, publicada em dezembro. Contudo, o número ainda é 1,7% inferior à projeção inicial de 232,38 milhões de caixas, divulgada em maio.

O crescimento nas estimativas é atribuído principalmente à melhoria na qualidade dos frutos da quarta florada e à redução da taxa de queda das variedades, que contribuíram para um aumento no tamanho das laranjas. O impacto positivo das chuvas, que foram bem distribuídas ao longo dos últimos dois meses, também foi fundamental para o crescimento da safra. Em dezembro, as precipitações superaram as previsões e a média histórica, o que favoreceu o desenvolvimento dos frutos, especialmente das variedades Pera e Natal.

De acordo com a reestimativa, são necessários 258 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, o que representa uma redução de três frutos em comparação com a reestimativa de dezembro. O peso médio das laranjas das primeiras três floradas se mantém projetado em 161 gramas, enquanto os frutos da quarta florada, que registraram um aumento de 20 gramas em relação à estimativa anterior, agora atingem 146 gramas. Como a maior parte da produção ainda a ser colhida é da quarta florada, cuja emissão foi mais tardia, espera-se que os frutos sejam colhidos com um peso médio de 158 gramas, duas gramas a mais do que a previsão anterior.

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Outro fator que contribuiu para o aumento da safra foi a redução na taxa de queda das variedades Valência, Folha Murcha e Natal, que passou de 19% para 18% na comparação entre a reestimativa de dezembro e a atual. A diminuição da queda das frutas pode ser explicada pela colheita antecipada das duas primeiras floradas e pela menor quantidade de frutos nas árvores, quando comparado às safras passadas neste período da temporada.

Até meados de janeiro, aproximadamente 89% da produção já havia sido colhida. As variedades precoces, como a Pera Rio, já foram praticamente todas colhidas, restando ainda 15% dessa variedade, 16% das variedades Valência e Folha Murcha e 10% da variedade Natal a serem colhidas até o final da safra.

A Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) é realizada pelo Fundecitrus em parceria com o Departamento de Ciências Exatas, FCAV/Unesp Campus Jaboticabal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.

O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.

Expansão da área plantada contribui para aumento da produção

A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.

Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:

  • Soja
  • Milho
  • Algodão

A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.

Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo

A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.

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A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.

Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna

A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).

A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Algodão e outras culturas também registram avanço

Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.

O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.

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Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.

Impactos positivos para o mercado interno e exportações

O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:

  • Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
  • Potencial de redução de preços em alguns segmentos
  • Aumento das exportações
  • Fortalecimento da balança comercial

Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio

A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.

Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.

A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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