AGRONEGÓCIO

Recuperação dos Preços do Milho no Sul do Brasil

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O mercado de milho no Sul do Brasil apresenta sinais positivos, com avanços tanto na colheita quanto nos preços. A região experimenta uma recuperação considerável, conforme aponta o relatório da TF Agroeconômica.

Rio Grande do Sul

No estado gaúcho, dados da Emater revelam que a colheita já atingiu 28% da área projetada. Os resultados iniciais superaram as expectativas devido à ausência de restrições hídricas, que beneficiaram as lavouras. No mercado comercial, o preço médio da saca de milho aumentou 1,89% em relação à semana anterior, passando de R$ 66,74 para R$ 68,00. Além disso, exportadores indicaram preços de até R$ 80,00 para entregas previstas para fevereiro.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que a colheita está em 2,9%, abaixo dos 9% registrados no mesmo período do ano passado. Embora as primeiras áreas colhidas apresentem boas produtividades, a diminuição das chuvas começa a impactar o desenvolvimento das lavouras. De acordo com a Epagri, os preços no mercado local sofreram uma leve retração, com uma queda média de 1,79% em dezembro. As expectativas para o início de 2025 apontam uma tendência de manutenção nos preços.

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Paraná

No Paraná, o Departamento de Economia Rural (DERAL) relatou melhorias significativas na cultura do milho e boas perspectivas para a produção. Embora a colheita ainda seja pontual, o plantio da segunda safra já começou, impulsionado pelas chuvas, que proporcionaram condições ideais de umidade. No mercado local, o preço do milho spot é de R$ 67,00 por saca no interior, enquanto no porto de Paranaguá, os valores variam entre R$ 72,50 e R$ 73,00, dependendo das condições de entrega.

Mato Grosso do Sul

O mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue um ritmo mais lento para a safra de 2025, com apenas 9,8% do volume já negociado. Mesmo assim, o preço do milho encerrou 2024 com uma alta de 20% em relação a 2023. No entanto, as cotações atuais no mercado físico estão em queda. Em Campo Grande, os preços médios são de R$ 62,50, enquanto outras regiões apresentam valores abaixo de R$ 60,00.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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