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Raízen registra vendas robustas de combustíveis e desempenho sólido em diversos setores

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A Raízen anunciou a comercialização de entre 7,1 milhões e 7,2 milhões de metros cúbicos de combustíveis no Brasil, marcando um crescimento de 1,2% a 2,7% em comparação ao ano anterior. A empresa manteve níveis sólidos de rentabilidade, mesmo diante do aumento na oferta de diesel no país.

Além disso, na Argentina e no Paraguai, a Raízen negociou um volume entre 1,8 milhão e 1,9 milhão de metros cúbicos de combustíveis.

Na esfera agroindustrial, a Raízen registrou uma moagem de 18,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, representando um notável aumento de 36,2% no ano. No entanto, a produção de açúcar total recuperado (ATR) por tonelada de cana diminuiu 5%, resultando em 131 quilos.

Quanto às vendas de açúcar, atingiram 2,65 milhões de toneladas, com uma queda de 7,2% em relação ao ano anterior. O preço médio do açúcar negociado pela Raízen variou entre R$ 2,6 mil e R$ 2,8 mil por tonelada, comparado aos R$ 1,9 mil por tonelada do ano passado.

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Na unidade de renováveis, a companhia vendeu 1,41 milhão de metros cúbicos de etanol, apontando uma redução de 17,6% na comparação anual. O preço médio do etanol ficou entre R$ 2,5 mil e R$ 2,7 mil por metro cúbico, em comparação aos R$ 3,76 mil do ano anterior.

A produção de etanol de segunda geração (E2G) totalizou 8,9 milhões de metros cúbicos, enquanto as vendas de energia elétrica atingiram 9,47 mil gigawatts-hora (GWh), com um preço médio variando entre R$ 250 e R$ 270 por megawatt-hora (MWh).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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