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Rações Extrusadas para Camarões Impulsionam Desempenho e Saúde da Produção

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Com o mercado de camarão em expansão, os criadores buscam soluções nutricionais cada vez mais eficientes para aumentar a produtividade e a rentabilidade de forma sustentável. A Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) projeta uma produção de 200 a 210 mil toneladas em 2024, representando um crescimento de 10% a 16% em comparação com as 180 mil toneladas registradas em 2023. “Os preços estão em alta, e a atividade está atraindo novos investidores, especialmente no interior do Ceará, que lidera o ranking nacional. Com o aumento do consumo de camarão durante o verão, as perspectivas são positivas para o setor”, avalia Gustavo Pizzato, gerente de produtos Aqua da Guabi Nutrição e Saúde Animal.

Vantagens das Rações Extrusadas

A escolha do tipo de nutrição para os camarões tem grande impacto nos resultados da produção. “Estudos científicos comprovam que as tecnologias aplicadas nas rações extrusadas proporcionam uma melhoria significativa no desempenho e na saúde dos crustáceos”, destaca Pizzato. O processo de extrusão envolve o cozimento dos ingredientes da ração a temperaturas entre 120ºC e 180ºC, com pressão atmosférica de 3 a 4 atm, o que torna os nutrientes mais acessíveis e digestíveis em comparação com a peletização, que ocorre a temperaturas mais baixas (entre 80ºC e 110ºC).

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Pesquisa conduzida por César Molina e Manuel Espinoza, em 2020, confirmou que as rações extrusadas aumentam a digestibilidade aparente de proteínas e amidos, se comparadas às rações peletizadas. Para Diego Viana, mestre em Engenharia de Pesca e supervisor comercial e técnico de Aquacultura da Guabi, a extrusão também permite a fabricação de rações com cortes menores e mais uniformes, o que reduz a competição entre os camarões pelo alimento.

Benefícios Comprovados

Dentre as principais vantagens das rações extrusadas, Viana destaca: menor taxa de conversão alimentar, maior estabilidade do pellet, redução da lixiviação (perda de nutrientes em contato com a água), menor excreção, melhora na qualidade da água, uniformidade na despesca e maior taxa de sobrevivência dos camarões.

Inovadora no setor, a Guabi foi a primeira empresa do Brasil a produzir rações extrusadas para camarões, e atualmente oferece esses produtos em toda a sua linha. A empresa é também a única a disponibilizar rações extrusadas para a fase de engorda dos camarões. A linha GuabiTech, voltada para sistemas superintensivos, e a linha Poti, adequada para sistemas semi-intensivos e intensivos, são projetadas para otimizar o desenvolvimento dos crustáceos em diferentes tipos de sistemas de cultivo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consórcio rural cresce no agronegócio em 2026 e se consolida como alternativa ao crédito caro

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O consórcio rural vem se consolidando como uma das principais alternativas de financiamento no agronegócio brasileiro em um cenário de juros elevados e crédito mais restritivo. A modalidade tem sido cada vez mais utilizada por produtores que buscam modernização, expansão da produção e renovação de frota sem recorrer ao crédito bancário tradicional.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o sistema registrou crescimento de 12,2% nas vendas de cotas no primeiro trimestre de 2026, com cerca de R$ 130 bilhões em créditos comercializados.

Consórcio rural ganha força com crédito caro e menor previsibilidade financeira

O avanço do consórcio no campo está diretamente ligado ao custo elevado do crédito e à busca por alternativas mais planejadas de investimento.

No segmento de veículos pesados, amplamente utilizado pelo agronegócio e pela logística rural, os créditos disponibilizados cresceram 8,7% no trimestre. O tíquete médio atingiu R$ 239,92 mil, alta de 4,9%, enquanto a base de participantes chegou a mais de 905 mil consorciados ativos, com crescimento de 3,6%.

O desempenho reforça a importância do agronegócio no ranking nacional de adesões, com destaque para estados como São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul.

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Planejamento financeiro impulsiona adesão de produtores rurais

Para o setor, o crescimento do consórcio reflete uma mudança no perfil de gestão do produtor rural, que passa a adotar estratégias mais estruturadas de planejamento financeiro e controle de fluxo de caixa.

Segundo Cléber Gomes, CEO e sócio-fundador da Maestria, empresa especializada em consórcios e produtos financeiros, a principal vantagem da modalidade está na previsibilidade e no custo reduzido em relação ao crédito tradicional.

“Enquanto financiamentos bancários podem ter prazos médios de até 60 meses, o consórcio permite planejamento de até 180 meses, o que dá mais flexibilidade ao produtor em um cenário de juros altos”, explica o executivo.

Consórcio é usado como ferramenta de investimento e gestão patrimonial

Além da aquisição de máquinas agrícolas, o consórcio rural tem sido utilizado como ferramenta de planejamento patrimonial e organização financeira de longo prazo dentro das propriedades.

Segundo especialistas do setor, muitos produtores utilizam a modalidade como uma espécie de poupança programada, permitindo a aquisição de tratores, colheitadeiras e implementos sem a incidência de juros bancários.

“O produtor rural está mais atento à gestão do negócio. O consórcio permite investir em tecnologia e expansão com menor custo financeiro, fortalecendo a sustentabilidade da atividade”, afirma Cléber Gomes.

Modernização do campo impulsiona demanda por soluções financeiras alternativas

Com a crescente dependência de tecnologia, mecanização e eficiência operacional, o agronegócio tem ampliado a busca por soluções financeiras mais flexíveis e previsíveis.

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Nesse contexto, o consórcio rural se consolida como uma ferramenta estratégica para apoiar a modernização do setor, permitindo acesso gradual a equipamentos e contribuindo para o planejamento de longo prazo das propriedades.

Consórcio deve ganhar ainda mais espaço no agro brasileiro

A tendência é de continuidade do crescimento da modalidade, especialmente em um ambiente de crédito mais restritivo e maior necessidade de investimento em produtividade.

Com isso, o consórcio rural se fortalece como uma alternativa viável para financiar o crescimento do agronegócio brasileiro de forma estruturada, conectando planejamento financeiro, inovação e sustentabilidade econômica no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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