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Queda nos contratos futuros de açúcar: Influências globais e perspectivas brasileiras

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Os contratos futuros do açúcar enfrentaram desvalorizações significativas nas bolsas internacionais de Nova York e Londres nesta sexta-feira (12), sob a influência direta do cenário do mercado de petróleo. A tomada de decisão sobre a produção de açúcar ou etanol pelas usinas foi profundamente afetada por esse comportamento. Paralelamente, as atenções continuam voltadas para as preocupações relacionadas à oferta global de açúcar, especialmente diante de desafios na Ásia.

Segundo dados da DATAGRO, a principal região produtora do Brasil tem o potencial de atingir um recorde de 43,1 milhões de toneladas métricas na temporada 2024/25, mesmo com uma oferta menor de cana-de-açúcar. Além disso, a previsão indica que a produção de açúcar na região centro-sul do Brasil alcançará uma marca histórica de 42,23 milhões de toneladas métricas durante o período de 2023/24.

Bolsas Internacionais e Indicadores

Na ICE Futures de Nova York, os contratos encerraram com quedas notáveis. O contrato de março/24 registrou uma redução de 15 pontos, fechando a 21,61 centavos de dólar por libra-peso. De forma semelhante, o contrato de maio/24 também experimentou uma diminuição de 15 pontos, encerrando a 21,08 centavos de dólar por libra-peso.

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Em Londres, na ICE Europe, os contratos também apresentaram perdas. O contrato de março/24 teve uma queda de 4,70 dólares, encerrando a US$ 618,20. Já o contrato de maio/24 diminuiu 2,40 dólares, atingindo o valor de US$ 610,70.

Indicadores de Mercado Nacional

O Indicador do Cepea/Esalq da USP indicou um leve aumento no açúcar cristal, apresentando uma recuperação de 0,05% em relação ao dia anterior. A saca de 50 quilos foi negociada por R$ 146,11.

Quanto ao etanol hidratado, observou-se uma leve apreciação, conforme indicado pelo Indicador Diário de Paulínia. As usinas negociaram o biocombustível a R$ 1.952,00/m³, registrando um aumento de 0,51% em comparação com o dia anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corriedale aposta em seleção genética e uso de dados para fortalecer produção de carne e lã no Rio Grande do Sul

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A Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC) iniciou uma nova agenda voltada à modernização da ovinocultura, com foco na geração e aplicação de informações técnicas para apoiar decisões de seleção genética nas cabanhas do Rio Grande do Sul. A iniciativa busca aproximar dados produtivos, avaliação de desempenho e manejo reprodutivo da rotina dos criadores.

A proposta da entidade é ampliar o uso de ferramentas técnicas como suporte à escolha de reprodutores, planejamento de acasalamentos e evolução dos plantéis, fortalecendo a competitividade da raça Corriedale, reconhecida por sua dupla aptidão para produção de carne e lã.

Dados e tecnologia ganham espaço na seleção de ovinos

Segundo a ABCC, o avanço da ovinocultura passa pela integração entre conhecimento prático dos criadores e indicadores técnicos que permitam mensurar desempenho com maior precisão. A entidade destaca que a seleção de animais vem incorporando, de forma crescente, informações objetivas ao lado da avaliação visual tradicional.

A estratégia busca tornar mais eficiente a identificação de animais com melhor desempenho produtivo, contribuindo para rebanhos mais uniformes, produtivos e adaptados às condições de produção do Sul do país.

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Carne do Corriedale ganha protagonismo em nova estratégia da raça

O presidente da ABCC, Gustavo Velloso, afirma que a entidade tem direcionado esforços para fortalecer a produção de carne da raça, sem perder a conexão com sua trajetória histórica na ovinocultura gaúcha.

“Queremos trabalhar bastante a questão da carne e da marca da carne Corriedale. A raça representa cerca de 60% do rebanho ovino gaúcho, e esse é um fator muito importante. Por isso também estamos realizando esse primeiro teste de desempenho, com candidatos voltados à produção de carne em sistema de pastagem”, destacou.

Prova de desempenho avalia 41 reprodutores em Hulha Negra (RS)

Uma das principais ações em andamento é a prova de desempenho realizada no Centro de Pesquisas da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Hulha Negra, no Rio Grande do Sul.

A avaliação reúne 41 ovinos reprodutores da raça Corriedale, oriundos de diferentes cabanhas do estado, em um sistema de manejo pastoril padronizado, com predominância de pastagem de azevém e suplementação mineral.

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O objetivo é gerar dados comparáveis de desempenho produtivo e genético, que possam subsidiar decisões de seleção nas propriedades.

Indicadores técnicos orientam evolução dos rebanhos

Durante o período de avaliação, os animais são acompanhados com base em diferentes indicadores zootécnicos. Entre eles está o Ganho Médio Diário (GMD), que mede o incremento de peso ao longo do tempo, além da Área de Olho de Lombo (AOL), utilizada para estimar o desenvolvimento muscular e o potencial de carcaça.

Também é observada a Espessura de Gordura Subcutânea (EGS), indicador importante para avaliar acabamento e qualidade da carne.

Segundo a ABCC, a combinação desses parâmetros permite identificar reprodutores com maior potencial para gerar cordeiros mais eficientes, com melhor rendimento de carcaça e qualidade de carne, contribuindo para o avanço produtivo da ovinocultura de corte no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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