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Queda no Preço do Açúcar nas Bolsas Internacionais Devido ao Clima na Índia e Safra Brasileira

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Na quarta-feira (1º), os contratos futuros de açúcar registraram queda nas bolsas internacionais, influenciados pelas condições climáticas na Índia e pelos resultados da safra brasileira.

As chuvas no Sudoeste da Ásia têm pressionado os preços, favorecendo o desenvolvimento dos canaviais em julho, conforme informações da StoneX Brasil. Segundo o Departamento Meteorológico da Índia, citado pela Barchart, as chuvas de monções em agosto e setembro devem atingir 106% da média de longo prazo.

No Brasil, projeta-se uma queda na produtividade da cana-de-açúcar devido à recente onda de calor, mas a colheita em andamento ainda pressiona os preços.

Desempenho nas Bolsas Internacionais

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto encerrou com queda. O contrato de outubro/24 foi negociado a 18,50 cts/lb, marcando uma redução de 44 pontos. O contrato de março/25 registrou um recuo de 47 pontos, fechando a 18,84 cts/lb.

De forma semelhante, na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também sofreu desvalorização. O contrato de outubro/24 caiu US$ 11,50, encerrando a US$ 523,50/ton. O contrato de dezembro/24 diminuiu US$ 9,80, finalizando a US$ 514,30/ton.

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Mercado Doméstico

O açúcar cristal também registrou queda, conforme o Indicador Cepea/Esalq. As usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 132,48, representando uma redução de 0,98%.

Enquanto isso, o etanol hidratado continuou em alta no Indicador Diário de Paulínia, sendo negociado a R$ 2.747,00/m³, o que corresponde a um aumento de 0,70%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão carioca reage no fim de abril com oferta restrita e disputa por qualidade, aponta Cepea

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O mercado de feijão carioca encerrou abril com recuperação nas cotações, impulsionada por uma combinação de oferta mais restrita e aumento na demanda por lotes de melhor qualidade. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que o comportamento dos preços foi marcado por dois momentos distintos ao longo do mês.

Primeira quinzena pressionada

Na primeira metade de abril, os preços do feijão carioca registraram queda. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento foi influenciado pela dificuldade de atacadistas e varejistas em repassar os custos ao consumidor final, além de uma postura mais cautelosa por parte dos compradores.

Esse cenário resultou em menor liquidez no mercado e pressão negativa sobre as cotações.

Reação na segunda metade do mês

Já na segunda quinzena, o mercado apresentou uma virada. A redução na oferta disponível, aliada à necessidade de recomposição de estoques por parte dos compradores, intensificou a disputa por lotes de maior qualidade.

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Como consequência, os preços reagiram de forma consistente, especialmente para grãos com padrão superior.

Apesar dessa recuperação no fim do mês, a média mensal do feijão carioca ficou abaixo da observada em março, refletindo o desempenho mais fraco das primeiras semanas.

Feijão preto segue pressionado

Diferentemente do carioca, o mercado de feijão preto manteve tendência de preços pressionados ao longo de abril. O aumento da disponibilidade do produto e a proximidade da nova safra contribuíram para limitar avanços nas cotações.

Ainda assim, algumas regiões registraram sustentação pontual nos preços, indicando variações locais conforme a dinâmica de oferta e demanda.

Perspectivas para o mercado

O comportamento do mercado de feijão segue atrelado ao equilíbrio entre oferta, demanda e qualidade do produto. A expectativa é de que a evolução da colheita e o ritmo de consumo continuem sendo determinantes para a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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