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Queda nas Ações Chinesas Contrasta com Recuperação do Mercado de Hong Kong

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O índice das principais empresas da China registrou queda nesta segunda-feira, interrompendo uma sequência de sete dias de ganhos, apesar dos cortes inesperados nas taxas de juros destinados a estimular a economia.

A queda foi liderada pelas ações dos setores bancário e de energia, em meio à percepção de que as recentes reformas de Pequim, delineadas após uma reunião a portas fechadas do Partido Comunista, priorizam a manufatura e a tecnologia, em detrimento do setor financeiro.

A China surpreendeu os mercados ao reduzir as principais taxas de juros de curto e longo prazo nesta segunda-feira, sinalizando a intenção de impulsionar o crescimento da segunda maior economia do mundo. No entanto, alguns analistas interpretam a medida como um reconhecimento da fraqueza econômica pelas autoridades.

Ao final do pregão, o índice de Xangai caiu 0,61%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,68%. Em contraste, o índice Hang Seng, de Hong Kong, apresentou alta de 1,25%.

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No mercado financeiro global, o índice Nikkei, de Tóquio, registrou uma queda de 1,16%, fechando aos 39.599 pontos. Em Seul, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,14%, encerrando aos 2.763 pontos. O índice TAIEX, de Taiwan, registrou uma baixa de 2,68%, fechando aos 22.256 pontos. O índice Straits Times, de Cingapura, desvalorizou-se 0,30%, finalizando aos 3.437 pontos. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,50%, encerrando aos 7.931 pontos.

Esses movimentos refletem um cenário econômico global instável, onde medidas de estímulo econômico são recebidas com cautela pelos investidores, revelando uma complexa interação entre políticas governamentais e expectativas de mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Biometano impulsiona nova fonte de receita no agronegócio e acelera expansão de usinas no Brasil

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O aproveitamento de resíduos do agronegócio como fonte de energia renovável está ganhando escala no Brasil e abrindo uma nova frente de monetização para o campo. O biometano produzido a partir de dejetos da suinocultura passa a ser tratado como um ativo estratégico, capaz de gerar energia, fertilizantes e créditos ambientais.

Esse movimento marca o avanço da chamada “terceira safra” do agro, em que resíduos deixam de ser passivos ambientais e passam a compor novas cadeias de valor.

Primeira usina certificada marca avanço do setor na América Latina

Em Campos Novos (SC), foi inaugurada a primeira usina da América Latina dedicada à produção de biometano a partir de dejetos suínos com certificação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. O empreendimento recebeu investimento superior a R$ 60 milhões e é considerado um marco para o setor de bioenergia no país.

O projeto é operado pela H2A Bioenergia e representa a transição do modelo tradicional de gestão de resíduos para uma estrutura de produção energética integrada ao agronegócio.

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Modelo integra produtor rural e indústria energética

A proposta da empresa se baseia em um sistema de parceria com o produtor rural. Nesse formato, o produtor fornece a matéria-prima — os dejetos da suinocultura — enquanto a companhia entra com tecnologia, engenharia e gestão operacional.

O resultado é a criação de uma nova fonte de receita no campo, com participação direta do produtor na geração de valor a partir da venda de biometano e de ativos ambientais associados, como créditos de descarbonização.

Segundo a empresa, o modelo reforça a previsibilidade de receita, já que a produção de biometano não depende de condições climáticas, ao contrário das culturas agrícolas tradicionais.

Expansão prevê R$ 2,9 bilhões em investimentos

Com a consolidação do primeiro projeto, a H2A Bioenergia projeta um plano de expansão robusto, estimado em R$ 2,9 bilhões nos próximos cinco anos. A meta é implantar 22 novas usinas no Brasil e em outros países da América Latina.

O avanço deve consolidar um novo polo da indústria energética dentro do agronegócio, ampliando a geração descentralizada de energia renovável e fortalecendo a integração entre produção animal e sustentabilidade.

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Novas unidades já estão em desenvolvimento

Após a operação da planta de Campos Novos, a empresa prevê a entrada em funcionamento da unidade de Rio Verde (GO) ainda este ano. Já para 2026, está programada a operação de uma nova usina em Ponta Grossa (PR).

Em Santa Catarina, estado com forte presença da suinocultura, também avançam projetos de licenciamento em municípios estratégicos como Papanduva e Videira. A estratégia é formar polos regionais de produção de biometano a partir do agronegócio, ampliando a eficiência energética e a geração de valor no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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