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Fenagen Promebo 2025 começa hoje com foco no melhoramento genético

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Começa nesta terça-feira (02.07) e segue até sábado (6) a segunda edição da Feira Nacional de Genética Promebo (Fenagen Promebo), promovida pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC), na Associação Rural de Pelotas (260 km da capital, Porto Alegre), no Rio Grande do Sul.

A Fenagen Promebo tem como objetivo principal promover o melhoramento genético de bovinos de corte, com foco em informações e soluções para criadores de todos os portes,. O evento inclui o Fórum Promebo na Prática, focado na produção de carne e na integração dos criadores em toda a cadeia produtiva. Além disso, haverá palestras técnicas sobre mercado, raças, reprodução, sanidade e gestão.

O evento, que marcou em sua estreia os 50 anos do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo), volta com formato consolidado e uma programação robusta, reunindo criadores, técnicos, estudantes e o público urbano interessado no futuro da pecuária de corte no Brasil.

Com foco central no avanço genético dos rebanhos, a feira abre com o 4º Fórum “Promebo na Prática”, que traz palestras técnicas, painéis com especialistas e uma mesa-redonda denominada “Genética em Pauta”. A proposta é aproximar o conhecimento científico do dia a dia do campo, incluindo demonstrações práticas com animais selecionados para evidenciar os ganhos obtidos com o melhoramento genético. O objetivo da ANC é reforçar a importância da genética na pecuária moderna, elevando produtividade, qualidade da carne e eficiência na produção.

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Entre as atrações mais aguardadas estão os julgamentos de raças bovinas, com destaque para Angus, Brangus, Ultrablack, Hereford, Braford, Charolês e Devon — todas participantes da edição anterior. A raça Canchim também poderá integrar o calendário, com confirmação pendente. Segundo a superintendente de Registro Genealógico da ANC, Silvia Freitas, a feira mantém o compromisso de dialogar com diferentes públicos. “Queremos mostrar que a genética de precisão impacta não só o produtor, mas toda a cadeia da carne, inclusive o consumidor final”, afirma.

A Fenagem Promebo é uma feira de genética bovina promovida pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC). A feira tem como foco o melhoramento genético de bovinos de corte e inclui julgamentos, palestras técnicas, leilões e programação cultural.

SERVIÇO:

Data: 2 a 5 de julho de 2025.
Local: Associação Rural de Pelotas, RS.
Organização: Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC).
Público-alvo: Criadores de bovinos de corte, estudantes e profissionais do setor.
Atividades: Julgamentos, palestras, leilões e programação cultural.
Foco: Melhoramento genético, com ênfase na produção de carne e na integração da cadeia produtiva.
Participação: Raças Angus, Ultra Black, Brangus, Devon, Charolês, Hereford e Braford, além de cavalos Percheron e cães Border Collie com ovino

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Fonte: Pensar Agro

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Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE

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O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.

A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.

Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.

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O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.

Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.

Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.

O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.

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Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.

Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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