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Queda Expressiva: Média Diária de Exportação de Milho no Brasil Diminui 50,1% até Março/24

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Até a segunda semana de março de 2024, o Brasil registrou uma expressiva diminuição na média diária de exportação de milho não moído, conforme apontado pelo relatório da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A análise revela que o país embarcou 173.714,5 toneladas, representando uma queda de 50,1% em comparação à média diária de 58.054,7 toneladas registrada nos 23 dias úteis de março de 2023.

Embarques e Faturamento

O volume total exportado em março de 2023 atingiu 1.335.257,2 toneladas, destacando a notável diferença em relação ao atual período. No quesito faturamento, o Brasil arrecadou US$ 41,913 milhões até a segunda semana de março de 2024, enquanto o total de março de 2023 foi de US$ 401,744 milhões.

A média diária de faturamento do mês atual apresenta uma queda significativa de 60,00%, totalizando US$ 6,985 milhões por dia útil. Em contraste, março do ano anterior registrou uma média diária de US$ 17,467 milhões.

Variação nos Preços

O preço médio pago por tonelada de milho brasileiro também sofreu uma variação considerável. Até o último dia útil de março de 2024, o valor recuou 19,8%, passando de US$ 300,9, registrado em março de 2023, para US$ 241,30.

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Esses números refletem um cenário desafiador para o setor de exportação de milho, demandando uma análise mais aprofundada sobre os fatores que contribuíram para essa queda expressiva nos volumes e nos valores obtidos no comércio exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Circuito das Águas Paulista conquista Indicação Geográfica do café e reforça posição da Serra da Mantiqueira na produção de cafés especiais

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O café produzido no Circuito das Águas Paulista, na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, passou a contar com Indicação Geográfica (IG), reconhecimento oficial concedido pelo INPI. O registro foi publicado na última terça-feira (26) e consolida a reputação da região como uma das áreas de destaque na produção de cafés especiais no país.

A certificação foi resultado de um trabalho de articulação e acompanhamento conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, fortalecendo a valorização dos produtos ligados à origem geográfica.

Com a nova concessão, esta é a 15ª Indicação Geográfica do estado de São Paulo e a sétima relacionada diretamente ao café, ampliando a relevância paulista no mercado de produtos diferenciados.

Tradição cafeeira da Serra da Mantiqueira fortalece identidade produtiva

A produção de café na região do Circuito das Águas Paulista tem raízes históricas que remontam à segunda metade do século XIX. O desenvolvimento da atividade foi impulsionado pelo processo de colonização europeia, com forte presença de imigrantes italianos e portugueses, que contribuíram para a expansão do cultivo no território.

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Atualmente, o café da região é reconhecido pela alta qualidade, resultado de fatores naturais como altitude, clima e características do solo da Serra da Mantiqueira, que favorecem o cultivo de grãos especiais com perfil sensorial diferenciado.

IG abrange nove municípios produtores

A Indicação Geográfica tem como entidade representativa a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap), responsável pela gestão do selo de origem e pela organização dos produtores locais.

O reconhecimento abrange os municípios de Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro, que compõem o território produtivo da IG.

Indicação Geográfica agrega valor e fortalece competitividade do café brasileiro

As Indicações Geográficas são instrumentos de propriedade intelectual que identificam produtos ou serviços com características diretamente ligadas ao território de origem. No caso do café, o selo reforça atributos como qualidade, rastreabilidade e identidade regional, ampliando o valor agregado do produto no mercado nacional e internacional.

Para o setor produtivo, o reconhecimento contribui para a diferenciação dos cafés especiais brasileiros, estimulando o turismo rural, a organização dos produtores e o fortalecimento das cadeias locais.

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Com a nova certificação, o Circuito das Águas Paulista se consolida como uma das referências da cafeicultura de qualidade no estado de São Paulo e no cenário nacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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