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Qualidade da Semente de Soja: Fator Crucial para Alta Produtividade

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A escolha e a qualidade das sementes de soja desempenham um papel fundamental na produtividade das lavouras, influenciando diretamente o potencial produtivo das plantas. Segundo Rafael Toscano, Gerente Sênior de Sementes na ORÍGEO, uma semente de alta qualidade é essencial para garantir uma germinação rápida e uniforme, além de reduzir o risco de doenças e pragas. “A qualidade da semente abrange diversos aspectos, como capacidade de germinação, vigor, sanidade e pureza. Para alcançar o máximo potencial produtivo, o agricultor deve considerar a pureza física e varietal das sementes, seu potencial de germinação e a qualidade sanitária”, explica Toscano.

Além disso, Toscano ressalta que a semente, sendo um embrião revestido por um fino tegumento, é extremamente sensível e pode sofrer perda de qualidade devido a diversos fatores, incluindo o manuseio inadequado. “Rupturas superficiais e danos aos tecidos vegetais podem comprometer a qualidade física, fisiológica e sanitária das sementes. Portanto, o cuidado no manuseio e no armazenamento é crucial”, alerta o especialista.

Para assegurar a qualidade das sementes adquiridas, é essencial que os agricultores consultem laboratórios especializados que oferecem análises detalhadas, incluindo a avaliação sanitária. A ORÍGEO, uma joint venture da Bunge e UPL, reconhece a importância das sementes de alta qualidade e, para garantir isso, firmou uma parceria com a Seedcorp I HO. Essa colaboração visa a comercialização exclusiva das cultivares de sementes de soja Ellas Genética, que se destacam pela tecnologia e performance superior.

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O portfólio da Ellas Genética inclui as cultivares Luiza IPRO, Manu IPRO, Elisa IPRO, Paula IPRO, Lynda IPRO, Suzy IPRO e Dani 2IX. “Essas variedades têm demonstrado excelente performance em ensaios de campo, oferecendo produtividade e sanidade, além de serem totalmente adaptadas ao Cerrado. Os resultados da última safra evidenciam a alta performance dessas cultivares, o que é fundamental para os agricultores”, conclui Toscano.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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