AGRONEGÓCIO

Publicada lista de novembro dos produtos com bônus do PGPAF, calculados pela Conab

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A Companhia Nacional Abastecimento (Conab) é o órgão responsável pela realização do cálculo do bônus. O benefício entra em vigência a partir do dia 10 de novembro, com validade até 9 de dezembro.

Dentro desse grupo, apenas abacaxi de Sergipe e banana de Pernambuco não constavam na lista de bonificação do mês anterior, enquanto a batata deixou de participar da lista.

Entre os produtos que permanecerão com bônus em novembro estão a borracha natural cultivada (BA, SP, GO, MS, MT); a cana-de-açúcar (RJ), a castanha-de-caju (CE, PI, RN); o feijão comum cores (DF, GO, MS, MT, SC, TO); o feijão caupi (AP, TO, MA, MT); o girassol (MT); o leite (BA, CE, PE, SE); a mamona em baga (CE); a manga (BA); o mel de abelha (AL, MG, MS, SP, PR, RS, SC, RN, SE); o milho (AC, AP, PA, TO, MG, SP, RS, PR, SC, DF, GO, MS, MT); a raiz de mandioca (RJ); o sorgo (MG, DF, GO, MS, MT, SP, TO); o trigo (MG, SP, PR, RS, SC, DF, GO, MS); o triticale (SP) e a uva (RS).

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Em relação às frutas, a queda na bonificação se deu pelas boas chuvas no nordeste do país, garantindo uma boa produção nessas localidades.

O bônus PGPAF é calculado com base no valor médio dos produtos e na lista são contemplados os cultivos cujos preços recebidos pelo produtor ficaram abaixo da garantia. A publicação da portaria com os valores de bonificação é realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e os descontos aos produtores são feitos em seus financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Fonte: CONAB

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Custo de produção da soja em MT dispara 6,9% com impacto de conflito no Oriente Médio

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Mercado Externo

As tensões geopolíticas no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Estreito de Ormuz — rota estratégica para o transporte global de petróleo —, têm provocado forte volatilidade nos mercados internacionais de energia e insumos agrícolas. O encarecimento do petróleo impacta diretamente a cadeia produtiva, elevando os custos logísticos e de produção em diversas regiões agrícolas do mundo.

Além disso, o cenário de instabilidade também afeta a oferta global de fertilizantes, sobretudo nitrogenados e fosfatados, cuja produção depende intensamente de energia e cadeias de suprimento internacionais.

Mercado Interno

Em Mato Grosso, principal estado produtor de soja do Brasil, os reflexos já são sentidos no planejamento da safra 2026/27. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o custeio da cultura atingiu R$ 4.435,40 por hectare, avanço de 6,98% em relação ao mês anterior.

A elevação está diretamente associada ao aumento nos preços dos insumos, pressionados pelo cenário externo e pela valorização dos combustíveis no mercado doméstico.

Preços

O diesel, insumo essencial para as operações mecanizadas no campo, registrou forte alta no estado. O preço médio passou de R$ 6,35 por litro em fevereiro para R$ 7,21/litro em março, conforme dados da ANP, representando avanço de R$ 0,86 por litro.

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Esse movimento impacta diretamente os custos operacionais, especialmente em atividades como plantio, pulverização e colheita.

Indicadores

Os fertilizantes seguem como o principal componente do custo de produção da soja, representando 46,71% do custeio total. No comparativo mensal, os gastos com esses insumos subiram 10,77%, alcançando R$ 2.071,87 por hectare — o segundo maior valor já registrado na série histórica para o período.

O avanço reflete a pressão sobre os mercados de nitrogenados e fosfatados, influenciados pelo cenário internacional.

Análise

O atual contexto reforça a necessidade de atenção redobrada por parte dos produtores à relação de troca, que segue deteriorada diante da escalada dos custos. Com insumos mais caros e margens pressionadas, a gestão eficiente e o planejamento estratégico ganham ainda mais relevância.

Caso o cenário geopolítico persista, a tendência é de continuidade na pressão sobre os custos de produção, o que pode impactar decisões de investimento e até a área plantada na próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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