AGRONEGÓCIO

Publicação leva informação sobre o agro a 51 países: leia aqui a nova edição

Publicado em

A revista Pensar Agro chega à sua 23a edição como canal internacional de referência do agronegócio ao alcançar, em sua última edição, a marca de 7.271 acessos em 51 países.

Publicada em português e inglês, a revista é distribuída eletronicamente, conectando conhecimento, inovação e perspectivas de futuro para o setor.

Nesta edição, a revista mergulha no universo da pecuária, destacando o papel do Brasil como líder mundial em proteína animal. Com um rebanho bovino superior a 238 milhões de cabeças, o país reafirma sua posição nos embarques de carne.

Só em setembro de 2025, foram exportadas mais de 314 mil toneladas, gerando salto de 25% em volume e de 49% no faturamento em relação ao mesmo período do ano anterior, somando US$ 1,77 bilhão. O crescimento se deu mesmo com desafios provocados por barreiras tarifárias, mostrando a resiliência e a força do setor.

A publicação também abre espaço para temas como sustentabilidade e inovação nas cidades. Na coluna Agro Arábia, o Dr. Abdullah Belihal Al Nuaimi reflete sobre o caminho das cidades no cenário pós-emissões e destaca práticas para tornar ambientes urbanos mais verdes e inteligentes. Mobilidade urbana sustentável, participação cidadã e renovação de políticas públicas estão entre os assuntos debatidos, propondo soluções para o futuro diante das mudanças climáticas.

Leia Também:  Entregas de fertilizantes cresceram 12,5% de janeiro a outubro de 2023

Além das tendências, especialistas convidados apresentam análises críticas e opiniões sobre os caminhos e cenários do agro, reforçando a Pensar Agro como referência em conteúdo qualificado e discussão de alto nível para o setor.

Com informações atuais, análises provocativas e provocações construtivas, a nova edição convida leitores a uma imersão no presente e futuro do agro brasileiro. O convite está feito: café coado, chimarrão ou chá equipado, é hora de se conectar e fortalecer conhecimento.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

Published

on

O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

Leia Também:  Desempenho do boi gordo na 49ª semana de 2023

O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

Leia Também:  Futuros de Wall Street caem após alerta de Bessent; mercado aguarda decisão do Fed

Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA