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Prova de Eficiência e Performance Brahman entra na reta final com premiação em agosto

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A 5ª edição da Prova de Eficiência e Performance Brahman Boi com Bula, que ocorre desde maio na Central Bela Vista, em Botucatu (SP), entra na reta final neste mês de julho. A competição reúne 26 touros que estão sendo avaliados em diversas etapas para identificar os melhores exemplares da raça Brahman.

Etapas finais da prova

Neste momento, os animais passam por exames essenciais como ultrassonografia de carcaça, avaliação visual pelo método EPMURAS, morfometria espermática para análise da fertilidade e pesagem final. Até aqui, os touros têm apresentado ganhos de peso superiores à média estimada para a prova.

De acordo com Matheus Vargas, supervisor de Produção e Pesquisa da Central Bela Vista, “os touros recebem uma dieta balanceada com 50% de volumoso e 50% de concentrado, garantindo ganho de peso expressivo e saúde ruminal adequada”. A média de ganho diário já ultrapassa 1.500 gramas, reforçando o potencial da raça para o desempenho em ganho de peso.

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Avaliações que compõem o índice final

Os touros também já passaram pelo teste de eficiência alimentar. Esses resultados, juntamente com dados das pesagens, fertilidade, qualidade da carcaça e avaliação morfológica, compõem o índice final da prova que definirá os vencedores.

Programação da final e premiação

A etapa final acontecerá nos dias 1º e 2 de agosto. No primeiro dia, a partir das 19h, no Celeiro Restaurante em Botucatu, será realizada a palestra intitulada “180 touros avaliados: uma visão 360”, ministrada por Guilherme Costa, zootecnista da BrasilcomZ, e Matheus Vargas.

Após a palestra, será feita a premiação dos touros com os melhores índices, seguida de um jantar de confraternização.

Segundo o presidente da Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB), Gustavo Rodrigues, “os dados coletados ao longo das edições da prova formam um banco robusto que demonstra cientificamente a importância da raça Brahman para a produtividade e eficiência da pecuária de corte, com foco em fertilidade, eficiência alimentar e qualidade da carcaça”.

Ao longo das cinco edições, a prova já avaliou 230 animais, entre 180 reprodutores e 50 fêmeas (estas somente na primeira edição).

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Julgamento final e almoço de confraternização

No dia 2 de agosto, a partir das 9h, no Centro Tecnológico da Central Bela Vista, ocorrerá o julgamento dos touros, conduzido pelo jurado da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Célio Arantes Hein.

Ao término do julgamento, os vencedores serão anunciados e a ACBB oferecerá um almoço para confraternização com o público presente.

Informações para participação

O evento é aberto ao público e a entrada é gratuita. Para mais informações, interessados podem entrar em contato com a ACBB pelo WhatsApp: (34) 9839-4258, falar com Thuane.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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