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Projeções indicam crescimento sólido no mercado latino-americano de produtos químicos para proteção de cultivos

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Um relatório da researchandmarkets.com prevê que o mercado latino-americano de produtos químicos para proteção de cultivos alcance a marca de US$ 26,04 bilhões até 2030, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 2,6% no período de 2023 a 2030. Em termos de volume, a estimativa é que o mercado atinja 3.681.637,4 toneladas até 2030, com um CAGR de 2,2% entre 2023 e 2030.

O substancial crescimento desse mercado é resultado de vários fatores, incluindo a crescente necessidade de melhorar o rendimento e a qualidade das culturas, a busca por soluções economicamente viáveis de proteção de cultivos, a crescente conscientização sobre segurança ambiental e a redução das terras aráveis. As economias emergentes na América Latina, aliadas ao aumento do foco em estratégias integradas de gestão de pragas, prometem oferecer oportunidades significativas de crescimento para os participantes do mercado.

No relatório, prevê-se que, em 2023, o segmento de produtos químicos para proteção de culturas sintéticas detenha a maior fatia do mercado latino-americano. Isso é atribuído ao aumento do uso desses produtos nos países em desenvolvimento, à fácil disponibilidade, alta eficiência e custos mais baixos em comparação com os produtos biológicos.

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Contudo, a estimativa destaca que o segmento de produtos químicos biológicos apresentará a maior taxa de crescimento durante o período de 2023 a 2030. Esse crescimento acelerado é impulsionado pela crescente adoção da agricultura orgânica, preocupações ambientais e de saúde pública, demanda por produtos agrícolas livres de resíduos químicos e iniciativas governamentais globais para promover o uso de produtos biológicos na proteção de cultivos.

Em termos de distribuição geográfica, espera-se que, em 2023, o Brasil lidere o mercado latino-americano de produtos químicos para proteção de cultivos. Esse destaque é atribuído ao crescimento econômico, ao aumento populacional, à extensa área agrícola, à modernização da agricultura, à limitada disponibilidade de terras aráveis, ao alto consumo de agroquímicos e à expansão da cobertura de terras dedicadas à agricultura orgânica.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão: negócios com pluma enfraquecem no Brasil e preços domésticos recuam, aponta Safras

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O mercado brasileiro de algodão apresentou enfraquecimento na comercialização da pluma ao longo da semana, com redução da liquidez no mercado físico e queda nos preços domésticos, segundo análise da Safras & Mercado. O movimento ocorreu mesmo com o bom desempenho das exportações e avanço da colheita da safra 2025/26.

Preços da pluma recuam no mercado físico

Em Rondonópolis (MT), referência importante para o algodão brasileiro, a pluma foi negociada na quinta-feira (25) a R$ 129,06 por arroba, equivalente a cerca de R$ 3,90 por libra-peso. O valor representa queda em relação à semana anterior, quando o produto era cotado a R$ 131,14 por arroba (ou R$ 3,97 por libra-peso).

No mercado CIF São Paulo, o algodão girou em torno de R$ 4,09 por libra-peso. Há uma semana, o patamar era de aproximadamente R$ 4,14 por libra-peso, sem ICMS, o que indica recuo de 1,21% no período.

O cenário reforça o descolamento entre os preços domésticos e os referenciais internacionais, em um ambiente de menor ritmo de negócios no físico.

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Exportações de algodão crescem 57% em junho

Apesar da pressão no mercado interno, as exportações brasileiras seguem em forte ritmo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o país exportou 146,845 mil toneladas de algodão em junho (14 dias úteis), com média diária de 10,488 mil toneladas.

A receita com vendas externas somou US$ 235,706 milhões, com média diária de US$ 16,839 milhões.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento expressivo de 57,9% no volume diário exportado e alta de 57,6% na receita diária, indicando fortalecimento da demanda internacional pela pluma brasileira.

Colheita da safra 2025/26 avança no Brasil

No campo, a colheita da safra 2025/26 de algodão atingiu 2,8% da área dos sete principais estados produtores, que concentram cerca de 98% da produção nacional, segundo dados da Conab.

O percentual representa avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 1,7%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava mais adiantada, em 4%, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 2,5%.

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O ritmo atual indica um início de safra próximo do comportamento histórico, ainda sob influência das condições climáticas regionais e da janela de colheita nas principais áreas produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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