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Projeções Econômicas: Boletim Focus aponta aumento nas expectativas de inflação para 2024

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O Boletim Focus, elaborado semanalmente pelo Banco Central, traz atualizações nas projeções dos economistas para os principais indicadores econômicos do Brasil. Desta vez, a previsão mediana para a inflação em 2024, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 3,81% para 3,82%.

Em relação a 2025, as projeções passaram de 3,50% para 3,51%, mantendo-se no mesmo patamar da semana anterior. Para 2026, a previsão permaneceu estável em 3,50%.

O Banco Central estabelece a meta de inflação de 3% para os anos de 2024 e 2025, com uma margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Quanto à taxa básica de juros (Selic), as expectativas dos economistas se mantiveram em 9% para o final de 2024, seguindo a tendência das últimas semanas. As previsões para 2025 e 2026 também permaneceram inalteradas em 8,50%, refletindo a estabilidade observada na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

A projeção para o dólar em 2024 permaneceu em R$ 4,92, assim como na semana anterior. Para os anos seguintes, as estimativas também se mantiveram constantes, ficando em R$ 5 para 2025 e R$ 5,04 para 2026.

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Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a previsão mediana dos economistas para 2024 permaneceu em 1,60%, repetindo os dados da última semana. As expectativas para 2025 também foram mantidas em 2%, seguindo a tendência recente. Para 2026, a expectativa é de um PIB de 2%, alinhando-se ao último relatório.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou um crescimento de 0,1% na economia brasileira no terceiro trimestre, superando as expectativas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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