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Programas de Fidelidade Impulsionam Lucro das Empresas do Agronegócio

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Os programas de fidelidade têm se mostrado uma ferramenta poderosa para o crescimento das empresas do agronegócio. A Coaliza, especializada em programas de relacionamento B2B, B2C e B2E, foi selecionada para criar e gerenciar o Classe AA Benefícios, o novo programa de fidelidade da Agro Amazônia. Este movimento estratégico visa unir forças entre diversos negócios e criar ecossistemas de incentivos que promovam a lealdade dos clientes.

No setor agro, a Coaliza já atua com o Clube Agro Brasil, um programa multimarcas com mais de 128 mil empresários rurais que trocam pontos por benefícios. A inclusão da Agro Amazônia neste cenário reforça a tendência de expansão dos programas de fidelidade no mercado agrícola.

“O programa foi desenvolvido em consonância com as expectativas e valores da Agro Amazônia e seus parceiros comerciais. Ele visa maximizar a fidelização e atrair novos clientes, mantendo a distribuidora na liderança do segmento”, afirma Pedro Campos, CEO da Coaliza, que já esteve à frente de programas como o Latam Pass.

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Com 40 anos de trajetória, a Agro Amazônia tem um histórico de relações de confiança com diversas gerações de produtores. Este legado foi fundamental na concepção do Classe AA Benefícios, que, apesar de ser um produto digital, intensifica a experiência entre clientes e marcas no balcão das lojas.

“Os pontos acumulados no Classe AA aumentam a frequência de compra e os resgates elevam a satisfação dos clientes, melhorando significativamente a percepção de valor da empresa e das marcas parceiras”, explica Lilian Spina, head de produto da Coaliza.

No ano fiscal de 2022/2023, a Agro Amazônia faturou R$ 5,6 bilhões. Pedro Campos projeta que, a médio e longo prazo, programas de relacionamento como este possam aumentar em até 20% a receita de vendas de insumos e serviços.

A Coaliza se destaca por desenvolver tecnologia que oferece programas de rebate para parceiros comerciais, incentivos para a força de vendas e colaboradores, e fidelidade para clientes finais, além de uma plataforma profissional de pagamento de prêmios e benefícios. Esta abordagem gera inteligência de negócios, um ativo crucial para as empresas atualmente.

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“Muitas empresas recorrem a diferentes fornecedores para diferentes programas, o que prejudica a integração de dados. Nosso sistema permite que todos os programas sejam integrados no mesmo ecossistema de fidelidade, acumulando uma inteligência de dados sem precedentes. Esta é uma vantagem estratégica significativa para montadoras, bancos, varejo, entretenimento, agronegócio e indústrias em geral”, destaca Pedro Campos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde

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O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.

O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.

Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão

O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.

O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.

A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.

Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.

Interesse pela bebida cresce entre consumidores

O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.

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Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.

O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.

Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular

O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.

Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular

Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.

De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.

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Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.

Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.

Consumo deve ser feito com moderação

Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.

A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.

Setor vê oportunidades para os próximos anos

Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.

A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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