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Programa Fermenta da Ambev já impactou mais de 20 mil pessoas e abre inscrições para nova edição

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O Fermenta 2025, iniciativa da Ambev voltada ao incentivo do ecossistema cervejeiro brasileiro, está com inscrições abertas até 11 de julho. O programa busca projetos que promovam o crescimento sustentável da cultura da cerveja em todo o país, valorizando a tradição e o consumo responsável.

Histórico e impacto do programa

Criado há dois anos, o Fermenta já está em sua quarta edição e integra a agenda de inclusão produtiva da Ambev. Até agora, o programa contemplou quinze projetos, investindo mais de R$ 530 mil e beneficiando diretamente e indiretamente mais de 20 mil pessoas.

Destaque para projetos que ampliam conhecimento

Entre os projetos premiados, um dos mais destacados em 2024 foi o podcast “Beber História: Como e Quando o Brasil se Apaixonou pela Cerveja”, criado pelo grupo Comer História, formado pelos historiadores Ana Carolina Viotti, Gabriel Gurian e Rafael Gonçalves. Em oito episódios, o podcast explorou a trajetória da cerveja no Brasil, principalmente ao longo do século XX, abordando sabores, ingredientes e personagens marcantes.

O grupo destaca que transformar pesquisas históricas, muitas inéditas, em formato de podcast foi um aprendizado valioso e uma forma inovadora de divulgar ciência humana sem perder a conexão com o público. O projeto ficou entre os cinco finalistas da edição de 2024.

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A cerveja como parte da cultura brasileira

A cerveja é muito mais do que uma bebida no Brasil — é um elemento cultural que conecta pessoas e acompanha momentos de celebração e convivência. Para o grupo Comer História, o sucesso do podcast mostra que é possível despertar interesse histórico mesmo em quem busca conteúdo sobre a própria bebida, ampliando o olhar sobre a influência da cerveja no cotidiano.

O que o Fermenta 2025 busca

Nesta nova edição, o Fermenta procura iniciativas que valorizem a cultura cervejeira e incentivem o consumo responsável, focando no crescimento contínuo do setor. O programa apoia projetos que atuem na capacitação de pessoas ou organizações, utilizando formatos variados para ampliar o impacto no ecossistema.

Inscrições e regulamento

As inscrições vão até as 18h do dia 11 de julho e devem ser feitas exclusivamente pela plataforma Prosas. Podem participar Pessoas Jurídicas com ou sem fins lucrativos, Microempreendedores Individuais (MEI) e Grupos ou Coletivos representados por MEI.

Para consultar o regulamento completo e entender os critérios de seleção, os interessados devem acessar o Edital Fermenta – 4ª Edição.

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O Fermenta reafirma seu papel como agente transformador no setor cervejeiro brasileiro, apoiando projetos inovadores e engajados com a cultura, o conhecimento e a sustentabilidade da cadeia produtiva da cerveja.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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