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Professora premiada com R$ 10 mil por avanços destaca amor e doação pela aprendizagem

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O amor incondicional em doar-se pela aprendizagem das crianças. Assim, a professora Rita Barbará da Silva, que atua na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Silvino Leite de Arruda, localizada no bairro Planalto, define sua vocação ao trabalho.

Ela é uma das profissionais que receberá uma premiação de R$ 10 mil a ser paga pela Secretaria Municipal de Educação (SME). Esse valor será pago a cada um dos 60 professores que contribuíram para o avanço do ensino de Língua Portuguesa e Matemática das escolas municipais.

“Ver o olhar e a alegria de cada criança que aprende letras iniciais e números. Isso é o suficiente para eu continuar persistindo. É uma esperança de que aquela criança pode ter um futuro brilhante. Isso me motiva a não desistir. Hoje, numa sala, lidamos com crianças que apresentam as mais diversas dificuldades. O professor, quando enxerga detalhes, faz uma criança ter um futuro brilhante pela frente”, afirma.

Reconhecida pela Secretaria Municipal de Educação como a professora mais eficiente em Língua Portuguesa e Matemática do 1º ano do Ensino Fundamental, a professora Rita Barbará da Silva diz que está lisonjeada com o reconhecimento e a premiação financeira. Ela agradece a todos os alunos participantes de suas aulas realizadas em 2025.

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“Foi uma alegria muito grande ver que o trabalho desenvolvido com nossos alunos. Todo avanço educacional e brilho no olhar de cada criança se reverteram nesta premiação. Sou muito grata aos meus alunos, que me proporcionaram esse resultado. É um momento de felicidade que compartilho com a direção da escola e meus alunos”, conclui.

Natural de Cuiabá, com 36 anos, a professora Rita Barbará da Silva é graduada em Pedagogia e pós-graduada em Psicopedagogia e Alfabetização e Letramento. São três anos dedicados à profissão em Cuiabá. A partir de 2026, ela atuará também nas escolas municipais Profª Gracildes Melo Dantas e Aristotelino Alves Praeiro, localizadas nos bairros Altos da Glória e 1º de Março, respectivamente.

Entenda

Em uma iniciativa da gestão do prefeito Abilio Brunini, a Prefeitura de Cuiabá vai investir R$ 12 milhões em gratificações aos técnicos e professores lotados na Secretaria Municipal de Educação (SME) que contribuíram para o avanço da aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática nas escolas públicas municipais ao longo de 2025. Os valores serão pagos na folha salarial de janeiro deste ano.

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No total, são aproximadamente 10 mil servidores que também receberão os bônus financeiros.

Serão pagos R$ 1,5 mil cada professor do ensino fundamental, R$ 1,2 mil aos professores da educação infantil e R$ 800 aos profissionais de nível técnico, o que engloba merendeiros, servidores que atuam na limpeza das escolas e creches, entre outros. Para saber mais, clique AQUI e AQUI.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Café brasileiro terá que comprovar origem e rastreabilidade para manter espaço no mercado europeu

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O avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia pode ampliar oportunidades comerciais para o café brasileiro, mas também inaugura uma nova etapa de exigências para exportadores e produtores nacionais.

Mais do que qualidade, produtividade e competitividade, o mercado europeu deve passar a exigir comprovação detalhada da origem do café, rastreabilidade completa da cadeia produtiva e evidências concretas de conformidade socioambiental.

O alerta é da especialista em ESG e vice-presidente da Sustentalli, Eliana Camejo, que aponta uma mudança estrutural na forma como compradores europeus irão avaliar fornecedores brasileiros.

ESG deixa de ser diferencial e passa a ser requisito comercial

Segundo Eliana Camejo, parte da cadeia cafeeira ainda pode estar subestimando o impacto das novas regras europeias sobre exportações agrícolas.

Na avaliação da especialista, ESG não deve mais ser tratado apenas como pauta reputacional ou ferramenta institucional. Para o setor cafeeiro, a agenda passa a representar condição estratégica para manutenção de mercados, mitigação de riscos comerciais e agregação de valor ao produto.

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A tendência é que compradores europeus exijam informações cada vez mais detalhadas sobre a produção, incluindo localização da área produtiva, regularidade ambiental, histórico de desmatamento, segregação de lotes, documentação comprobatória e governança dos dados.

Mesmo empresas já consolidadas no comércio internacional podem precisar ampliar seus sistemas de controle e monitoramento para atender ao novo padrão regulatório europeu.

EUDR aumenta exigências para café exportado à Europa

A pressão sobre a cadeia produtiva tem como base o Comissão Europeia Regulamento Europeu Antidesmatamento, conhecido como EUDR.

A legislação inclui o café entre os produtos sujeitos às novas exigências de rastreabilidade e comprovação de que não possuem relação com áreas desmatadas após o marco regulatório estabelecido pela União Europeia.

Pelas regras divulgadas pela Comissão Europeia, a aplicação ocorrerá em duas etapas:

  • 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores;
  • 30 de junho de 2027 para micro e pequenos operadores.

Na prática, importadores europeus passarão a responder legalmente pela chamada diligência devida, exigindo de fornecedores brasileiros informações robustas sobre toda a cadeia produtiva.

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Isso deve impactar diretamente produtores rurais, cooperativas, armazéns, exportadores, transportadoras, beneficiadores e indústrias ligadas ao café.

Cadeia cafeeira precisará investir em governança e rastreabilidade

De acordo com Eliana Camejo, o diferencial competitivo do café brasileiro tende a migrar da qualidade isolada do produto para a capacidade de comprovação das práticas adotadas ao longo da cadeia.

Segundo ela, empresas que conseguirem demonstrar origem, rastreabilidade, regularidade ambiental e governança terão vantagem na manutenção de contratos e no fortalecimento da confiança junto ao mercado europeu.

Por outro lado, agentes que mantiverem estruturas frágeis de controle documental e gestão socioambiental podem enfrentar perda de valor comercial justamente em um momento de maior abertura internacional.

O cenário reforça a necessidade de modernização da cadeia cafeeira brasileira, especialmente em sistemas de monitoramento, integração de dados, compliance ambiental e transparência das operações voltadas à exportação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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