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Produtores investem em tecnologia e conseguem reduzir custo da ração e impulsionar lucratividade e o desempenho dos animais

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Esse crescimento é impulsionado pelo aumento da renda em todo o mundo, alimentando uma demanda crescente por proteína. Essa realidade oferece oportunidades significativas para os produtores melhorarem suas operações e rentabilidade.

Nesse cenário desafiador, a Kemin, uma empresa global em fabricação de ingredientes, destaca-se com soluções que atendem às necessidades tanto dos animais quanto dos produtores. A empresa concentra seus esforços no desenvolvimento de produtos que não só promovem a saúde dos animais, oferecendo benefícios nutricionais superiores, mas também contribuem para a lucratividade do negócio.

Os desafios econômicos e as demandas do mercado externo podem influenciar negativamente os custos dos ingredientes. Com o aumento dos preços das matérias-primas, as formulações de ração podem se tornar excessivamente caras para os produtores. É aqui que os aditivos entram em cena, não como uma solução mágica, mas como uma tecnologia inteligente, pautada em ciência, que pode ajudar a enfrentar esses desafios.

Os aditivos desempenham um papel crucial na redução dos custos da ração de várias maneiras. Eles podem aumentar a disponibilidade de nutrientes para os animais, melhorar a capacidade de absorção no intestino, promover a integridade intestinal e até mesmo reduzir os efeitos do estresse. Um exemplo notável é o uso de emulsificantes e enzimas para aumentar a disponibilidade de nutrientes, tornando a dieta mais eficiente.

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Um dos maiores custos da nutrição animal está relacionado aos ingredientes que fornecem energia, como gorduras e óleos. Aqui, os aditivos desempenham um papel fundamental. Por exemplo, emulsificantes podem maximizar a digestão e absorção de lipídeos, permitindo que os nutricionistas reformulem as dietas para reduzir os níveis de óleos e gorduras, sem comprometer o desempenho dos animais.

Portanto os aditivos na ração não são uma solução mágica, mas sim uma tecnologia essencial que pode ajudar os produtores a enfrentar os desafios econômicos e a demanda crescente por proteína animal. A Kemin se destaca no desenvolvimento de soluções inovadoras que promovem a saúde dos animais, a eficiência da produção e a rentabilidade dos negócios.

Fonte: Kemin Industries

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do setor de árvores cultivadas somam US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026 apesar de cenário global adverso

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O setor brasileiro de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração ambiental exportou US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, mesmo diante de um cenário internacional marcado pelo avanço de medidas protecionistas, desaceleração econômica em importantes mercados e pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Os dados constam na mais recente edição do Boletim Mosaico, divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Árvores (Ibá), que apresenta um panorama do desempenho econômico e produtivo da cadeia florestal brasileira entre janeiro e março deste ano.

Setor mantém relevância na balança comercial brasileira

Nos três primeiros meses de 2026, a indústria de árvores cultivadas respondeu por 4,4% das exportações totais do Brasil e representou 9,6% das vendas externas do agronegócio nacional.

O saldo da balança comercial do setor alcançou US$ 3,3 bilhões, reforçando a importância estratégica da atividade para a geração de divisas, empregos e desenvolvimento sustentável.

Celulose segue como principal produto exportado

A celulose permaneceu como o principal item da pauta exportadora do segmento florestal brasileiro. A produção atingiu 6,7 milhões de toneladas no primeiro trimestre, registrando retração de 3,8% em comparação ao mesmo período de 2025.

As exportações totalizaram 4,8 milhões de toneladas, volume 10,2% inferior ao observado um ano antes. Em valor, as vendas externas da commodity somaram US$ 2,6 bilhões, uma queda de 6,3% na comparação anual.

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Apesar da redução nos embarques, a celulose continua sendo o principal motor das exportações do setor, sustentada pela demanda internacional e pela competitividade da produção brasileira.

Produção de papel apresenta estabilidade

O segmento de papel registrou desempenho estável no período. A produção alcançou 2,8 milhões de toneladas, com leve crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

No mercado interno, as vendas avançaram 1,8%, demonstrando resiliência do consumo doméstico. Já as exportações apresentaram pequena retração de 0,6%.

Em termos financeiros, as vendas externas de papel movimentaram US$ 566,6 milhões entre janeiro e março, resultado 4,2% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

Mercado de painéis de madeira cresce no Brasil, mas exportações recuam

Os painéis de madeira apresentaram desempenho positivo no mercado interno. As vendas domésticas cresceram 7,4% no primeiro trimestre, atingindo 2,1 milhões de metros cúbicos.

No entanto, o segmento enfrentou dificuldades no comércio exterior. As exportações recuaram 27,9% em volume, refletindo a menor demanda internacional e os desafios enfrentados pelos principais mercados consumidores.

Em valor, as vendas externas de painéis de madeira somaram US$ 74,4 milhões, uma queda expressiva de 34,3% na comparação anual.

China lidera demanda pelos produtos florestais brasileiros

A China manteve sua posição como principal destino das exportações do setor brasileiro de árvores cultivadas. Entre janeiro e março, o país asiático importou aproximadamente US$ 1,3 bilhão em produtos florestais brasileiros.

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Europa e América do Norte aparecem na sequência entre os maiores mercados compradores, embora o ambiente econômico global continue marcado por crescimento moderado e incertezas comerciais.

Competitividade e sustentabilidade sustentam o setor

Segundo o presidente da Ibá, Paulo Hartung, o desempenho registrado no primeiro trimestre demonstra a capacidade de adaptação e a força competitiva da indústria florestal brasileira diante de um ambiente global desafiador.

De acordo com Hartung, mesmo diante das incertezas que afetam o comércio internacional, o setor segue ampliando sua presença nos mercados externos, apoiado pela eficiência produtiva, pela oferta de produtos renováveis e pelo compromisso com práticas sustentáveis.

A expectativa é que a indústria continue buscando novas oportunidades comerciais ao longo de 2026, fortalecendo sua contribuição para a economia brasileira e para a transição global rumo a uma economia de baixo carbono.

Perspectivas para 2026

Com a demanda internacional ainda sujeita aos efeitos das tensões geopolíticas, das políticas comerciais e do ritmo de crescimento das principais economias globais, o setor de árvores cultivadas deverá manter atenção redobrada aos movimentos do mercado externo.

Ainda assim, a combinação entre produtividade florestal, competitividade industrial e crescente demanda por produtos de origem renovável posiciona o Brasil como um dos principais protagonistas globais da bioeconomia e da indústria florestal sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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